domingo, 4 de outubro de 2015

O POVO BRASILEIRO NÃO CONFIA EM NENHUM DOS PODERES DA REPÚBLICA

Postado na Tribuna da Internet em de  4 de  outubro 2015        
Celso Serra
No Estado de S. Paulo, a jornalista Eliana Cantanhêde sapecou: “De fato, chegamos a outubro assim: a presidente não preside, o Executivo não executa e o Legislativo não legisla, enquanto o dólar vai a R$ 4, um recorde histórico, e a Lava Jato pega o PT de jeito. Já foram condenados pelo juiz Sérgio Moro o ex-deputado André Vargas, o primeiro político da Lava Jato, o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto e o “operador” petista na Petrobrás, Renato Duque. E Henrique Pizzolatto, do mensalão, vem aí!”
A jornalista do Estadão está correta. Na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, ninguém pensa na formulação de medidas em condições de recuperar a economia.
A conclusão é de que somos um país em frangalhos, entregue à Divina Providência, se é que Ela existe.
RENÚNCIA
A renúncia da presidente Dima Rousseff ganha cada vez mais clamores, ainda que não apenas a ela se deva inculpar pela desagregação econômica e institucional.
A corrupção no Brasil virou instituição, aliás, a mais forte do país. O povo brasileiro não confia em nenhum dos poderes da República. Como confiar?


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

DISCIPLINA POLÍTICA MILITANTE


Por  Sergio de Vasconcellos  - Rio de Janeiro
Reeditado  em 30-9 de 2015
A disciplina política tem dois aspectos: forma e conteúdo. Para entendê-la nada melhor que fazer um paralelo entre a disciplina política e a disciplina militar.
A disciplina militar é impessoal, submete o homem a uma ordem determinada, sem discussão. Enquadra-o. Tira sua roupa, põe outra. Ensina a caminhar de outra maneira, ensinando-o a receber uma ordem e executá-la com Inteligência porém friamente. Guia-se permanentemente pelo superior desde que sai até o cumprimento do objetivo (missão, ordem, tarefa). Se se deteve no caminho há de ser por ordem superior. Isto é, é conduzido, no verdadeiro conceito, sem ser, em nenhum caso, condutor. Age por ação de presença e sempre em conjunto.
A disciplina política por sua vez é aquela que exige que cada homem aja individualmente, pois é uma disciplina confiada a sua consciência e não à vontade de um que manda e que dirige os outros.
O militar sai com sua tropa e chega ao objetivo com esta, todos, em conjunto, obedecendo à voz de comando.
O político está livre nos seus próprios pensamentos e em suas próprias reflexões. Ele tem um ponto de partida comum e um objetivo a onde deve chegar. Elege o seu caminho. Marcha por distintos caminhos desenvolvendo, de diversas maneiras, sua mais completa e livre iniciativa.  É totalmente livre no rumo que escolheu. Marcha apenas com uma condição: não perturbar os que marcham com ele e chegar simultaneamente ao objetivo que fixou por sua própria vontade no exato momento em que é preciso chegar.
O que a disciplina política  não permite é o engano, é o mau procedimento. O que a disciplina política impõe é a sinceridade e a lealdade em todos os procedimentos e por sobre todas as coisas. Na disciplina política não existe nada de obrigatório que não esteja conforme a consciência ou que não seja ditado por esta. Em consequência i militante que realiza um mau ato não somente corrompe a disciplina da organização de que faz parte  mas também desgasta sua imagem, sua credibilidade pessoal, além de vulnerabilizar e comprometer a ação e a performance do conjunto. O mau procedimento, em síntese, inviabiliza o militante para a condição de dirigente (político) da organização.
Companheiros: quem realiza transações ou manobras em benefício próprio não pode impor nem exigir disciplina de quem deve obedecê-lo. Por esta razão a disciplina política é uma disciplina eminentemente de fundo interior. O dirigente político é substantivamente íntegro e livre. Por esta mesma razão, não há quem possa fazer o dirigente político. Ele nasce de sua própria bagagem interior. Ou seja, os quadros dirigentes não são feitos, nascem potencialmente para tanto. Engana-se aquele que acredita  que se pode fazer um dirigente político por decreto, resolução ou eleição. Isto é simples de explicar: conduzir é uma arte, o artista nasce  não se faz. Assim como o artista o dirigente político precisa apenas se desenvolver e aprimorar sua potencialidade e talento em grau máximo, a não ser que procure ocupar na história  um espaço comum de mediocridade.
Uma disciplina desta natureza, como muitas outras coisas essencialmente importantes, está em todas as bocas e em muitos poucos corações. Mande com dignidade, mande com sinceridade, mande com desinteresse pessoal, com lealdade, mande com honradez e será obedecido.
Publicado originalmente no Mensário “AÇÃO NACIONAL” – São Paulo: Junho de  1986, p. 9.

* O Centro de Estudos Gustavo Barroso é dirigido pelo renomado Jornalista Rômulo Augusto Romero Fontes,  editor do combativo “Jornal Bastidores”.

domingo, 27 de setembro de 2015

FHC COMPARA DILMA AO DOUTOR FAUSTO E CONDENA A REFORMA

Postado em  27 de  setembro de  2015 na    Tribuna da Internet       
Por Pedro do Coutto
Enquanto a presidente Dilma Rousseff não conseguia consenso no PMDB na escolha de nomes do partido para integrar o governo (reportagem de Júnia Gama, Simone Iglésias  Washington Luiz, em O Globo), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso numa entrevista a Ricardo Balthazar, Folha de São Paulo, comparou-a ao Doutor Fausto, personagem central da Peça de Christopher Marlowe, encenada por volta de 1590, e baseada em contos esparsos alemães sobre mistérios de ciências ocultas. Wolfgang Goethe viria a reescrever a história em 1794. Doutor Fausto, na obra original, vendeu sua alma ao diabo em troca de uma juventude eterna. As duas partes descumprem o pacto.
Fernando Henrique recorreu à literatura e à arte (Fausto virou também uma ópera) para dizer a Ricardo Balthazar que Dilma tentava um compromisso com o demônio para salvar seu governo. Mefistófeles, no caso, seria o PMDB. Por isso, ele sustentou não acreditar no resultado positivo da negociação, pois o problema, disse com razão, não se encontra somente na esfera partidária, mas sim com uma atuação eficiente do Poder Executivo com reflexo direto na população. Oferecer posições ao PMDB, isoladamente, não resolve.
Tampouco o impeachment, em relação ao qual formulou sérias reservas. “Os que desejam o impedimento não construíram até agora uma narrativa convincente. Não só para o Congresso, mas – acrescentou – para o povo”.
CONTAS PÚBLICAS
Se não houver perspectiva de reorganização das contas públicas, não tem solução. O problema é a angústia do tempo. FHC, em certo trecho da entrevista, afirmou que o caminho seria Dilma Rousseff comprometer-se a renunciar dentro de um ano. “Mas – frisou – seria uma utopia”, reconheceu.
Utopia. FHC tem razão. Colocou bem o tema de forma geral e, se a entrevista à FSP fosse um dia depois, como prova de falta de orientação, poderia citar a escolha inicial do deputado Manoel Júnior para o Ministério da Saúde pelo líder da bancada do PMDB, Leonardo Picciani. Manoel Júnior há pouco mais de um mês sugeriu que a presidente da República renunciasse. Como poderia, assim, vir a ser indicado para o posto?
Erro triplo: de Leonardo Piciani, do próprio parlamentar que se considerou apto, e, acima de tudo, da própria presidente Dilma que não conseguiu informações prévias a respeito da sugestão e do sugerido. Onde estava sua assessoria? Onde se encontrava sua equipe no Palácio do Planalto? São perguntas obrigatórias sobretudo no meio da tempestade.
MORO NÃO CAI NA ARMADILHA
Em São Paulo, quinta-feira, em almoço com empresários promovido pelo grupo Lide, o juiz Sérgio Moro evitou qualquer pronunciamento a respeito da decisão do Supremo tribunal Federal que pode funcionar para dividir, pelo menos uma parte das investigações da Operação Lava-Jato. Revelou serenidade e firmeza que se refletem na certeza de que está correto em sua atuação. O Globo publicou esta matéria também na edição de sexta-feira.
Assim agindo, deixou evidente que não está disposto a, pela emoção, deixar-se cair numa armadilha. Não se irritou. Sua resposta ao STF foi feita através de seu comentário sobre a lentidão da Justiça. Tal lentidão é um fato, caminho para tornar inócuos muitos julgamentos e, com isso, absolver culpados pelo passar do tempo.


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

NÃO PERCAM O FOCO: INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL, JÁ


Intervencionistas domingo (20 set) no Comando Militar do Leste

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antonio José Ribas Paiva
O afastamento de Dilma, por"doença", impeachment  ou cassação do mandato é a única chance para a classe política salvar-se e tudo continuar como sempre foi: o crime no poder do Estado, escravizando a Nação Brasileira. Não percam o foco. A única saída é a Intervenção Constitucional, já! Temos que pressionar, porque as mudanças ocorrem não pelas massas mas pelas idéias dos segmentos esclarecidos da sociedade, atuantes. Mantenham o fogo que a vitória é nossa !!! - como bem pregou o Almirante Barroso, na Guerra do Paraguai.
O papel sócio econômico do campo é garantir o abastecimento e saldo no balanço comercial. Isso se faz com tecnologia e pouca mão de obra no mundo todo. No setor terciário, os serviços garantem renda e emprego em 75 por cento no primeiro mundo. Os Estados Unidos da América, maior produtor agrícola do mundo, tem apenas 1,7 por cento da sua força de trabalho no campo e a Inglaterra emprega nesse setor apenas 0,5 por cento.
A França que fez reforma agrária na revolução francesa, tem 5 por cento na agricultura, amargando altos custos e subsídios por isso. O Brasil ainda emprega 22 por cento da força de trabalho na produção de alimentos, realidade que neutraliza a vocação natural do país.
Precisamos tirar gente do campo e não favelizá-lo!
Reforma agrária é maoismo, revolução comunista do campo para as cidades pelo desabastecimento. O Brasil vem sendo atacado por forças externas, auxiliadas pelos próprios governos da Nova República, que praticam terrorismo de estado contra a nação, para submeter-nos ao atraso do comunismo.
Afora os Poderes da República que foram usurpados pela classe política, os governantes traidores da Pátria para tentar implantar o comunismo, lançam contra a sociedade o MST, a FUNAI, as ONGS AMBIENTALISTAS e INDIGENISTAS, o MTST, o DESEMPREGO, a VIOLÊNCIA, o CRIME, os ENDIVIDAMENTOS e o TRÂNSITO CAÓTICO nas cidades de médio e grande porte, além de dividir a nação em guetos sociais, raciais, culturais e religiosos.
Contra a traição, o terrorismo e os crimes dos governantes e agentes públicos, a única solução é a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ!

Antônio José Ribas Paiva é Advogado.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O DECRETO 8515/2015

O presente texto da lavra do general Walmir é dos mais elucidativos sobre as intenções comunistas contra as FFAA conforme a tática maquiavélica de dividir para “reinar”. Os vermelhos querem solapar todas as instituições permanentes da  Nação, o alvo maior sempre foi as Forças Armadas, em 1935,em 1964, foram repelidos. Porém, recalcitram
em suas tenebrosas intenções para aniquilar as FFAA, conforme as decisões sorrateiras do Dialogo Interamericano e Foro de São Paulo!

O Decreto 8515/2015
General de brigada, reformado do Exercito Brasileiro, Walmir Fonseca.
As Forças Armadas de todos os países, basicamente, têm as mesmas finalidades, entre outras, a defesa da pátria.
Por seus objetivos, em geral, de altos propósitos, elas são formadas segundo padrões de nível elevado.
Dentro delas são preconizados o respeito aos superiores, a conduta honrada, o espirito de união e a atenção para com os subordinados. Em geral, elas possuem normas, regulamentos e legislação coerentes com as suas condutas e procedimentos.
Os militares são orientados para os princípios da cidadania, e seus integrantes sabem que o poder militar é subordinado ao poder civil, pelo menos, se este for legal.
Por vezes, indagamos o que ocorreu com determinadas Forças Armadas, como a de Cuba, da Venezuela, da Coreia do Norte e de uma série de países, onde em lugar do regime democrático vicejam explícitas ditaduras.
Para os militares nacionais, por vezes surgem indagações de como em tais ditaduras, os militares são coniventes com aqueles tiranos e defendem com as próprias vidas conhecidos facínoras.
Sentimos um pouco de vergonha, pois imaginamos que eles, como os militares nacionais, tiveram os mesmos parâmetros na sua formação e, no entanto, são coniventes com os seus desgovernastes, e atuam como instrumento de força nas mãos de canalhas.
E pensamos no Brasil e imaginamos o que não estamos fazendo e até que ponto somos os escudos de conhecidos patifes, que podem por uma simples assinatura em qualquer tipo de Decreto fazerem o que quiserem.
Assistimos inertes à criação do Ministério da Defesa, tivemos ministros da mais baixa categoria, todos escolhidos a dedo entre os incapazes.
Foram bofetadas públicas de desrespeito às Forças Armadas.
Cada ministro deixou sua marca no M D, alguns de forma vergonhosa, uma vez que o próprio desgoverno decretou que antigas autoridades militares não poderiam assumir tal cargo.
A partir da criação do ministério, os antigos Cmt de força, que participavam das reuniões governamentais foram alijados. Na verdade, tornaram - se a quinta roda da carroça.
Quando recordamos sobre o zero à esquerda que os comandantes militares de Cuba, da Venezuela e de outras nações se transformaram, aos poucos analisando o cenário nacional e o desenvolvimento das ações depreciativas desencadeadas pelo executivo nos últimos anos, inclusive a fatídica Comissão da Verdade, concluímos como os nossos chefes militares foram reduzidos a pó de merda.
Pelo Decreto 8515/2015, a inútil delegou ao Ministro da Defesa uma série de competências. Retirou dos Cmt de Forças a prerrogativa para decidir sobre vários atos, assumidos por delegação após a criação do MD e extinção dos Ministérios Militares, consequentemente, dos cargos de ministros militares.
O Decreto nos fornece uma prova contundente de como desprestigiar e desmoralizar as autoridades militares.
Pobres chefes militares reduzidos a mero guarda -  costas das nefastas autoridades civis, que se esmeram em denegrir suas mais nobres intenções.
Não preconizamos uma intervenção armada, porém até um rato encurralado num canto reage: é legitima defesa, preceito consagrado no Direito e que deve, sim, em caos, ser exercido pronta e plenamente. 
Quem sabe, o quanto já estamos encurralados?         
 Brasília, DF, 07 de setembro de 2015 Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

LAMENTO À BANDEIRA

Adilson Norival Teixeira


Bandeira do Brasil símbolo sagrado de um passado de glorias mil, representas a coragem de seus filhos que defenderam nossas terras e nosso povo de ataques infame. Simbolizas  os negros, índios e brancos que unidos sob o comando dos lideres dos terços venceram os invasores na Batalha de Guararapes. Se no Batalhão dos Voluntários do Príncipe D. Pedro o soldado Medeiros não tenha vislumbrado sua imagem, retratas  a esperança de vitorias de todas as Marias Quitérias de hoje. Se não foste a guia e inspiração de nossos soldados na Guerra do Paraguai, se os que tombaram pela defesa da pátria não a carregavam, se o Duque de Caxias ao apontar o sabre em direção aos inimigos não pode falar em seu nome, mesmo assim vemos todos em sua imagem. Acompanhaste nossos pracinhas na campanha da FEB para manter viva a lembrança da terra, da família e dos que ficaram para trás, foste o alento, a esperança e a justificativa para a luta. Sempre que foste hasteada por méritos de nossos atletas, lembrou aos vencedores que estamos todos juntos e a sua nobre presença nos deu o direito e a honra de compartilharmos as vitórias. É o momento da emoção e do orgulho de ser brasileiro. Querido símbolo da terra, da amada terra do Brasil, as coisas mudaram, não há motivos para sentimentos de satisfação e de elevada dignidade, sua  presença significa tudo e todos e o sentimento que aflora não é o da emoção patriótica e sim a melancolia que brota da tragédia social. Se enxergarmos o passado vitorioso e honrado, percebemos também o momento atual onde a desordem avança como uma onda destruindo nossas crenças, nosso brio e enfraquecendo nossa nação, provocando um retrocesso, um retardamento difícil de recuperar. Enquanto ondulas ao sabor do vento exibindo o lema de ordem e progresso como se fosse uma semente a ser carregada para frutificar em todos os quadrantes vivemos outra realidade sob as forças maléficas da desordem e suas consequências. Há muita diferença entre o soldado que tomba no campo de batalha e uma pessoa que morre por uma bala perdida. Na batalha a morte é honrosa, já a bala perdida mata um brasileiro  e debilita o Estado. É inaceitável viver onde se pode perder a vida por um celular, morrer por um par de tênis, onde temos que transformar nossa casa em trincheira, fazer campana para sair ou entrar em casa, dar voltas no quarteirão antes de aproximar da garagem, ser morto em saidinha de banco e saber que os bandidos  apenas fazem em seu nível e condição o que aprenderam com a maioria dos governantes. E a policia?  A policia sendo nossa instituição de segurança está debilitada, seus membros viraram caça. Os policiais militares são constrangidos a agir furtivamente  em suas comunidades. A farda em que antes rebrilhava a glória não pode secar no varal. Esse quadro geral tem um nome, ultraje. Ó Bandeira do Brasil, representas tudo isso. Cantamos que “se a pátria amada for um dia ultrajada lutaremos sem temor” e me pergunto se o hino é apenas uma musica com o mesmo efeito feliz de cantar “ciranda cirandinha vamos todos cirandar”, ou será que é preciso desestabilizar mais ainda para ser considerado um ultraje? “Já podeis, da Pátria filhos, Ver contente a mãe gentil; Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil. Brava gente brasileira!  Longe vá... temor servil: Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil”  A liberdade raiou e foi engolida pelo crepúsculo e a alvorada se fez com a libertinagem. Brava gente brasileira aguarde em prontidão que alguém há de perder o temor servil e muitos poderão morrer pelo Brasil mas muitos mais deixarão de morrer por causa do Brasil.  Bandeira amada, se do alto de sua posição testemunhas tudo deves saber muito mais, porem asseguro que aqui no rés do chão se esvai o amor à pátria e não é ingratidão de filho e sim a solitária busca de sobrevivência. Nossa pátria é abençoada pela natureza e somos gratos mas é preciso lembrar a carência de comando, enquanto o caos predomina, o sabre descansa na bainha. Precisamos no mínimo de um novo corneteiro. O último tocou “olhar à esquerda”, “esquerda volver” e “à vontade”. Não é pedir muito, há de aparecer um corneteiro que toque “cessar à vontade”, “acelerado”, “em continência à bandeira” e “direita volver”. Também não peço muito, ó Bandeira, mas preciso sentir de novo emoção ao ouvir o Hino Nacional e poder cantar com convicção na sua presença e se meus olhos se encherem de lágrimas serão por orgulho e não por tristeza.

domingo, 23 de agosto de 2015

QUE GENERAL TEM MEDO DE EVO MORALES?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Os Generais brasileiros, da ativa e na reserva, deram gargalhadas, mas levaram muito a sério, o recado dado pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, um dos mais radicais membros do Foro de São Paulo: "Não vamos permitir golpes de Estado no Brasil e nem na América Latina. Vamos defender as democracias e se precisar vamos atacar com nossas forças armadas. Pessoalmente, nossa conduta irá defender Dilma, presidente do Brasil, e o Partido dos Trabalhadores".
Morales deu seu recado direto aos militares brasileiros na Escola Militar em Cochabamba, lembrando o 44º aniversário do golpe militar de 1971, que colocou no poder o coronel Hugo Banzer. Morales recordou que o golpe boliviano teve o apoio dos militares do Brasil e da Argentina, com todo o respaldo do Pentágono dos EUA. Agora, Morales passou o recibo de que pressente um clima para a queda de Dilma Rousseff. Na visão dele, seriam os generais que dariam mais um "golpe" - termo genérico que a esquerda prefere usar para tomadas de poder no estilo de 1964.
Caro cocalero do Foro de San Pablo: uma ação igual àquela, na qual um Marechal ocupou a Presidência da República, que ficou vaga pela fuga de João Goulart, dificilmente vai se repetir. Primeiro, porque não temos mais Marechais. Segundo, porque os militares brasileiros tomaram verdadeira ojeriza por ocupar uma Presidência da República, depois que o General Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pela garagem, para não empossar José Sarney, naquele golpe (este sim) dado pelo General Leônidas, co-fundador da Nova República (que já nasceu esclerosada). Terceiro, porque ainda não existe clima, nem pré-condições históricas concretas, para tomadas do poder, pela força, no Brasil.
No entanto, Morales e qualquer idiota enxerga que o cenário político junca foi tão conturbado no Brasil - também assolado por uma crise econômica estrutural nunca antes vista. Nosso modelo esgotou-se. A Presidenta perdeu a credibilidade para governar. O partido dela e sua base aliada desmoralizaram a honradez promovendo a corrupção sistêmica contra a coisa pública. A sujeira aflora no noticiário, e geram descontentamento nas ruas e muita revolta nas redes sociais. Os integrantes da cúpula dos três poderes batem cabeça. Brigam entre si, na chamada "Guerra do Fim dos Imundos". As pessoas comuns não confiam nos tais "poderosos". Pior ainda, estão de saco cheio dos parasitas de um Estado campeão em se servir da sociedade - e não de servir a ela.  
Vale repetir por 13 x 13: a guerra do fim dos imundos ainda vai jogar muita sujeira para dentro ou para fora do poluído ambiente da politicagem brasileira. Tudo se encaminha para um agravamento do impasse institucional que tem tudo para redundar em ruptura. Neste instante, a única salvação possível será uma Intervenção Constitucional. Só o poder instituinte da sociedade brasileira tem condições de consertar tanta coisa errada que a falida estrutura capimunista brasileira ajudou a produzir ao longo da História. As Forças Patrióticas vão agir na hora certa.
Do ponto de vista da constitucionalidade e da legitimidade, tal processo não será um "golpe". Militares não sentarão no trono da Dilma. Mas, agora, já receberam o comunicado oficial de que terão de lutar contra o exército do Evo Morales e contra os guerrilheiros do Foro de São Paulo, estruturados nos bem armados "exércitos do Stedile" (já invocados pelo Genérico $talinácio) ou na "pegada de armas" (pregada pelo irresponsável presidente da Central Única dos Trabalhadores). Uma coisa é certa: os comandantes militares do Brasil gostaram nada da bravata do índio cacalero boliviano - que é um dos porta-vozes do autoritarismo bolivariano na América Latina. Morales conseguiu deixar a Onça Pintada, oficialmente, de prontidão...

Existe, sim, um clima de golpe concreto no Brasil. Tal golpe é claramente tramado pela classe política corrupta. Seu objetivo golpista é manter o regime da Nova República, a todo e qualquer custo, no poder. O plano imediato deles é, se Dilma tiver mesmo de ser substituída, que seja por alguém da confiança deles. A situação se complicou porque Michel Temer, Eduardo Cunha e Renan Calheiros - sucessores naturais em casos emergenciais - são cabras marcados para acerto de contas com o judiciário. Além disso, o respaldo popular deles beira a zero. Dos três, Cunha seria o menos impopular, mas só porque tem batido em cachorro morto, para delírio das massas romanas de Bruzundanga.
Por causa de tanto desgaste de imagem dos principais chefes políticos, a intenção golpista é entronizar um preposto no trono dela. O carcomido poder que escraviza os brasileiros tem vários personagens para ocupar um eventual governo de transição. Certamente, o mais perigoso deles se chama Nelson Jobim. O personagem que já ocupou, milagrosamente, todas as casacas da República (menos a presidencial), age, como nunca, nos bastidores, costurando uma aliança de salvação com tucanos, peemedebistas e alguns petistas. Todos correm contra o tempo, e o desgaste violento imposto pela crise estrutural - que combina o pior na politicagem, na economia quebrada e na falta de moral republicana.
O clima anda tão canalha, mas tão canalha, que a temporada de traições produz ironias imperdoáveis. Imagina qual foi o sentimento de José Dirceu, na cadeia, sabendo que sindicalistas da Força Sindical lhe roubaram o título de "Guerreiro do Povo Brasileiro", usando a expressão para saudar Eduardo Cunha? Imagina qual o sentimento do Zé (Rico e Milionário, porém preso) ao receber mensagens de interlocutores do velho amigo e companheiro Lula, pedindo para ele se desfiliar do Partido dos Trabalhadores que ele também ajudou a fundar (e agora, também, a afundar)? Imagina se a comissão de ética ou o diretório nacional, com pena do antigo "herói", resolver não expulsá-lo da legenda - como deseja Lula?
Haja imaginação... Porque a batalha de todos contra todos, com rigores de sem-vergonhice e muita traição, que pode representar a "guerra do fim dos imundos" no Brasil, só vai chegar ao fim se ocorrer um processo de Intervenção Constitucional. Será inútil e prejudicial à Nação qualquer outra pretensa solução pela via da politicagem ou do conchavo milionário. O único jeito, no Brasil, é proclamar de fato a República. Porque a única coisa concreta, criada em 15 de novembro, foi a fundação do clube que gerou a tal "Nação Rubro-Negra" (uma entidade autogovernável, meio anarquista, que serve para torcer pelo Flamengo, até morrer).

A nossa República, de fato, ainda não foi proclamada. Precisa ser! O quanto antes! Chega de canalhas no poder

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

EXPLICANDO A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Ribas Paiva

As Forças Patrióticas, civis e militares, estão obrigadas a INTERVIR CONSTITUCIONALMENTE , no processo político, na forma prevista pelo art. 142 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL, para garantir os poderes constitucionais, restabelecendo a LEGITIMIDADE do governo.

Cumprindo esse DEVER PATRIÓTICO, deverão nomear um GOVERNO DE TRANSIÇÃO, que poderá ser uma junta governativa, a qual RESTABELECERÁ as INSTITUIÇÕES , dotando-as de mecanismos de proteção contra a usurpação e, convocará ELEIÇÕES GERAIS, em todos os níveis. Portanto, a Intervenção Constitucional não pode ser confundida e nem qualificada como "golpe".

Só as Forças Patrióticas têm legitimidade para o EXERCÍCIO do PODER INSTITUINTE, que lhes faculta CRIAR, MODIFICAR OU REVOGAR INSTITUIÇÕES, diante da usurpação do poder do Estado, pela classe política, para a prática sistemática de crimes. Esta é a tese básica que justifica a Intervenção Constitucional, já, pedida por milhares de pessoas nas redes sociais e nas grandes manifestações de rua pelo Brasil afora.

A classe política perdeu a legitimidade, porque foi pega roubando e traindo a Nação. Esse processo é irreversível. Tudo o que fizerem para salvar a pele suja será inócuo. Nós, cidadãos de bem, como segmentos esclarecidos da sociedade, é que temos o dever de lutar pela Intervenção Constitucional, a fim de salvar o Brasil dos corruptos e desqualificados políticos eleitos de forma absolutamente ilegítima por um processo eletrônico de votação tão digno de confiabilidade quanto as máquinas caça níqueis do Cassino do Al Capone.

Por isso, só nos resta: Intervenção Constitucional, já!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA





PROCLAMAÇÃO NACIONALISTA INTERVENCIONISTA CONSTITUCIONALISTA JÁ! (ART.142 DA CONSTITUIÇÃO) TODOS NA AV.PAULISTA NO DOMINGO 16 DE AGOSTO
É O BRADO RETUMBANTE DOS BRASILEIROS DE SÃO PAULO  CONTRA A BANDALHEIRA QUE ASSOLA O BRASIL!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

NACIONALISTAS QUE DEFENDEM A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ,


OS NACIONALISTAS QUE DEFENDEM A INTERVENÇÃO CONSTITUICIONAL JÁ, COMO ÚNICA ALTERNATIVA DE EVITAR A DESORDEM E MANTER A UNIDADE DA PÁTRIA, NO ATUAL MOMENTO DE CRISE, CONVOCAM TODOS OS PATRIOTAS E DEFENSORES DAS LIBERDADES A SE CONCENTRAREM EM TORNO DOS AGRUPAMENTOS NACIONALIUSTAS QUE SE CONCENTRAM NA FRENTE DO QUARTEL GENERAL DO EXERCITO PARA HOMENAGEAREM O VALOROSO PACIFICADOR DUQUE DE CAXIAS E SOLICITAREM A INTERVENÇÃO DA VALOROSA INSTITUIÇÃO PERMANENTE QUE REPRESENTA A NAÇÃO ARMADA E CULTIVA OS VALORES PERMANENTES DA BRASILIDADE.” LONGE VÁ TEMOR SERVIL!!!”.









quinta-feira, 6 de agosto de 2015

INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ – Artigo 142 da Constituição Federal. (DOIS)


Iimpedimento da inútil sacripANTA
 A quantidade de pedidos de impeachment já atingiu o número de 16.
A do impeachment, pelo não cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, com as "pedaladas fiscais", seria encargo exclusivo do Congresso, depois da aceitação pela Câmara dos Deputados, da respectiva denúncia, tal e qual ocorreu com o Collor.
Assim, as possibilidades de assistirmos a uma pantomina no Congresso aumentam dia a dia, o que não significa que a decisão política de nossos energúmenos parlamentares seja o seu afastamento.
A outra seria a da impugnação ou anulação da chapa Dilma -Temer, pelo TSE, em vista de fraudes e maracutaias, por causa de doações ilícitas para a campanha, em 2014.
Essas duas hipóteses desagradariam aos Partidos, de formas diferentes, evidentemente.
Portanto, no momento da contenda entre os partidos políticos, destacamos que a refrega não se refere ao Estado Nacional, nem ao seu povo.
O que assistimos é a disputa pelo poder entre outros partidos, com ou sem os matizes ideológicos do PT, mas que aspiram ao poder absoluto e à gerencia total sobre os recursos nacionais.
A última possibilidade seria a sua renúncia. Uma insensatez difícil de engolir.
Estas são três as hipóteses, sendo que a do impeachment é da alçada dos parlamentares; a da impugnação ou anulação da chapa é da exclusividade do TSE: aí assumiria o presidente da Câmara, que promoveria novas eleições.
O nosso cenário político é tão torpe que sofrem acusações bem claras, o presidente do Congresso e o presidente da Câmara.
Em nossa realista visão, entendemos que o simples afastamento da inútil, dificilmente acarretará a expulsão dos petistas e correligionários que maculam o Estado Nacional.
Cumpre destacar que a sua atuação foi instituída nas áreas de Ensino, nas Escolas e nas Universidades, no Jornalismo, nas Letras, e em todas as áreas possíveis de acarretar distorções nos procedimentos dos seres humanos.
Quando alguém nos pergunta qual a solução para a limpeza de nossa honra, não sabemos; apenas a desgraça que o petismo incutiu neste País está muito além da crise econômica que vivemos.
Infelizmente, nos três cenários, não assistiremos a um arrastão que limpe a nossa Pátria de todas a misérias e condutas que os desgovernos nos últimos doze anos ceifaram em nossas leis e condutas.
 É impossível, visualizarmos entre os possíveis substitutos, um cidadão de respeito, capaz de dirigir esta pobre Pátria com honra e dedicação. Na verdade, estamos cercados de estrumes e larápios da pior qualidade.
Como já afirmamos, mudam as moscas, mas a M.... é a mesma
É bom lembrar que a inútil não detém a simpatia da cúpula petista, e que o partido, facilmente, irá repudiá-la como um produto de pouca ou nenhuma valia.
Se temos alguma outra solução senão o impeachment, a impugnação da chapa ou a renúncia?
Sim, uma intervenção à força, que infelizmente não ocorrerá.
Brasília, DF, 03 de agosto de 2015
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

DERAM AS COSTAS A DEUS!.

General Torres de Melo ( *)

Quem lê os jornais, as revistas e vê as TV fica em estado de choque. Parece
que o mundo vai se acabar. O terrorismo matando NO MUNDO, fome na África, Grécia quebrada e roubo descarado no BRASIL são as manchetes do jornais. QUEM VAI SER PRESO NA SEMANA?
Há uma sensação, uma impressão que esqueceram de Deus. Mata-se, aqui, mais do que uma guerra. O roubo, no Brasil, já abarca parte do mundo. (Suiça
–USA – Portugal)
Lembrei-me dos DEZ MANDAMENTOS.
 1°) AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
  2°) NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO
  3°) GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA
  4°) HONRAR PAI E MÃE
  5°) NÃO MATAR
  6°) NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE
  7°) NÃO ROUBAR
  8°) NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO
  9°) NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO
10°) NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS
Estamos ferindo os de nº 1, 4, 5, 6, 7,  8, 9 e 10. 
ESTAMOS INDO PARA O INFERNO.
Parece que não há reza que nos salve.  Todos nós somos culpados. Estamos pedindo que Deus resolva. Ele só ajuda quem cumpre com as leis de DEUS.
GRUPO GUARARAPES - VEJAM E OUÇAM. Não seja cego, por amor de DEUS!



sábado, 1 de agosto de 2015

INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ – Artigo 142 da Constituição Federal.


O COLISEU NATIVO

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Na antiguíssima Roma, os tiranos da época utilizavam - se do Coliseu e outras arenas para embromar a galera popular com os espetáculos circenses.
Enriquecendo a pantomima, distribuíam pães para a massa, que de barriga cheia e imensos sorrisos de satisfação assistia aos gladiadores se matando, as feras trucidando os miseráveis e as execuções de larápios e assassinos.
E, assim, durante centenas de anos, viveram felizes os tiranos e os seus submissos súditos.
Hoje, numa inversão espetacular, parece que na arena, lá em baixo, ao invés de gladiadores, de leões, de tigres e outras feras, uma malta de politiqueiros por fúteis querelas estão cuspindo uns nos outros.
A refrega é sem sangue.
O público assistente diverte - se ouvindo cabeludos palavrões e nojentos gestos obscenos, que cada bando usa para ofender aos seus desafetos.
As acusações são pesadas, desde o “ você roubou mais do que eu ...”, “ deu mais pedaladas fiscais...”, até o “a sua mãe é ...”
Basicamente, os querelantes sempre formaram uma malta unida, só que nos últimos meses, por ambições pessoais e divergências no quanto cada um pode usufruir do Tesouro e do Poder Nacional, surgiram os atritos e as desconfianças.
No momento entre cusparadas, os oponentes esbravejam ameaças, e cada lado afirma que possui a seu favor as famosas legiões.
“ As do Norte estão ao nosso favor”, bradam alguns. “Mas nós contamos com as do Sul”, esbravejam os outros.
O povaréu boquiaberto nem sabe para que lado torcer, pois parece que, como sempre, logo os oponentes estarão aos abraços e beijos, e tudo voltará a ser “como dantes no quartel do Abrantes”.
Como dizem os mais ponderados dos fajutos gladiadores, “conterrâneos, o Brasil tem riquezas o suficiente para nós todos e a nossa galera popular está eternamente pronta para nos sustentar e enriquecer, portanto, por que brigar”?
Os pasquins utilizados pelos oponentes acirram a contenda com tétricas acusações.
Infelizmente, apesar de ambas as partes empregarem em sua defesa portentosos causídicos ou decantados filósofos, tudo indica que o “bom senso” irá predominar e, em breve, a linha do politicamente correto será adotada.
Breve, os afetuosos abraços, os elogios recíprocos apagarão a triste quadra de atritos e, como usual, os miseráveis plebeus retornarão para a arena onde, em sua desgraceira, alegrarão, não apenas os tiranos e seus cupinchas, mas o populacho em geral.
A Nação brasileira é famosa em todo o mundo pelo seu alegre e irresponsável modo de viver e, portanto, manterá suas tradições de aplaudir as chanchadas mais ignóbeis.
De fato, como escreveu o filósofo Nelson Rodrigues, “o brasileiro é um Narciso ás avessas, que cospe na própria imagem. Nossa tragédia é que não temos o mínimo de auto - estima.”
O nativo não tem auto - estima, nem responsabilidade, nem nacionalismo, mas não troca sua alegre desgraça por preocupações com o futuro, o seu, e cruz credo, o do País.
E viva a nossa vã filosofia, “Não importa que a mula manque, o que eu quero é rosetar”.

Brasília, DF, 24 de julho de 2015
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

 É ROUBO DEMAIS!.
General Torres de Melo ( *)

Ou a Imprensa nacional está aumentando o número de roubos ou o Brasil é mesmo um país onde avançar no dinheiro público é um grande negócio. No domingo explode mais um caso de roubo envolvendo autoridades. O nome do governador de Minas Gerais, sua esposa, um tal de Bené aparecem no caso. Suspeita-se  de financiamento de campanha do PT. Mereceu reportagem de página da Folha de São Paulo (pg A9)
O Diário do Nordeste  (Ceará) vem comentando O roubo da FIFA e acrescenta  avanço de 31 milhões na Confederação Brasileira de FUTSAL (CBFS). Fala em crimes de estelionato, formação de quadrilha, e contra a ordem tributária.
A VEJA (3DE JUNHO 2015) e A ISTO É (da mesma data) estão recheadas com o roubo na FIFA e comentam o crime do BENÈ.  Já estão esquecendo o ASSALTO a PETROBRÁS que ficou velho.
Volta com toda força o LAVA JATO EM 19 DE JUNHO. No dia 19 de junho explode a prisão dos grandes  da Odebrecht Andrade Gutierrez e com a ameaça do Pai de Marcelo abrir a boca e querer três cadeias. Uma para ele, outra para Ex-presidente e a terceira para a atual Presidente.
Há comentário de um casamento feliz de um condenado do mensalão. Para o povo menos esclarecido pode ficar entendido que o crime compensa. Este pode ser considerado herói por ter colocado a boca no trombone e salvo o País de uma desgraça maior.
AS CPI que apuram desvios de dinheiro público não merecem notícias, pois não são levadas a sério. É uma vergonha que assim aconteça, pois indica a não seriedade do Congresso.
A coluna CLÁUDIO HUMBERTO informa que foi pedida a prisão de 60 suspeitos com uma investigação no BNDES. Alguém tem notícia se alguém foi preso? A Coluna Claudio  Humberto estranha a não entrega dos dados do Cartão Cooperativo da senhora Rosemary Noronha por parte do Palácio do Planalto?  
O GRUPO GUARARAPES gostaria de saber como vai o dinheiro gasto com as ARENAS. Estão reembolsando o dinheiro emprestado? Ou foi a fundo perdido e nós vamos pagar mais esta conta?   GOSTARIA QUE ESTE NOSSO DOCUMENTO FOSSE RECHEADO COM CRIMES NÃO ALENCADO  PELO GRUPO. 
GRUPO  GUARARAPES  2 de junho de 2015 (PARA REFLITIR)
“QUANDO VOCÊ PERCEBER QUE PARA PRODUZIR PRECISA OBTER A AUTORIZAÇÃO DE QUE
NÃO PRODUZ NADA;  QUANDO COMPROVAR QUE O DINHEIRO FLUI PARA QUEM NEGOCIA NÃO COM BENS, MAS  COM FAVORES; QUANDO PERCEBER QUE MUITOS FICAM RICOS PELO SUBORNO E POR INFLUÊNCIA, MAIS QUE PELO TRABALHO, E QUE AS LEIS NÃO NOS PROTEGEM DELES, MAS PELO CONTRÁRIO , SÃO ELES QUE ESTÃO PROTEGIDOS DE VOCÊ,;
QUANDO PERCEBER QUE A CORRUPÇÃO É RECOMPENSADA, E A HONESTIDADE SE CONVERTE
Em AUTO SACRIFÍCIO, ENTÃO PODERÁ AFIRMAR, SEM TEMOS DE ERRAR, QUE SUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA.” AYN TAND  FILÓSOFA RUSSO-AMERICANA- OBRIGADO POR TER GOSTADO. A NOSSA VITÓRIA SE ENCONTRA EM SUAS MÃOS. REPASSANDO VAMOS CONQUISTAR NAIS UM BRASILEIRO PARA O NOSSO GRUPO.  GRUPO GUARARAPES
(*) General da Reserva do Exercito Brasileiro – ex comandante da Policia Militar do Estado de São Paulo,  coordenador nacional do grupo Guararapes.

sábado, 25 de julho de 2015

TAMBÉM CANSAMOS DE MENTIRAS E SAFADEZAS, LULA.

O meme mais aguardado de BruzundangaAdicionar legenda

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Embora seja um mito em decadência, figura em franca queda de popularidade e prestes a ajustar contas com o judiciário, o ator (ou humorista de trago-tragi-comédias) Luiz Inácio Lula da Silva faz de tudo para manter a eterna pose de sindicalista de resultados. Na sexta (24), na posse da direção do Sindicato dos Bancários do ABC, Lula deixou baixar o caboclo $talinácio e comprovou que continua em excelente forma, no esporte de malhação da mídia, desta vez atirando de forma genérica, sem citar os veículos de comunicação inimigos. Lula agora posa de perseguido e sai em defesa da Dilma - cabra marcada para cair e derrubá-lo junto:
"Eu quero dizer para vocês que eu estou cansado de mentiras e safadezas. Eu estou cansado de agressões à primeira mulher que governa esse país. Eu estou cansado de ver o tipo de perseguição e o tipo de criminalização que tentam fazer às esquerdas nesse país. Eu tenho a impressão que muitas vezes a gente vê na televisão, parece os nazistas criminalizando os judeus, os romanos criminalizando os cristãos, os fascistas criminalizando o povo italiano. Parece tantas outras perseguições que a gente já viu".
Lula tentou fazer uma leitura do imaginário popular oposicionista - que tanto o incomoda: "Cada vez mais as coisas pioram para nós, jogamos a culpa no governo. É mais fácil. A gente tem que encontrar alguém para jogar a culpa. Eu quero dizer para todas as pessoas que estão descrentes, que acham que o mundo vai acabar, que está vivendo uma crise, que não há um momento na história desse país que não tivemos uma crise. Neste pais não há razão para ter medo do futuro porque tem uma mulher da maior dignidade governando esse país. Não tem pessoa com o caráter mais forte do que a Dilma. Ela está sendo vítima de uma conjuntura que está prejudicando chineses, alemães, americanos (...)".
$talinácio também deu uma de economista: "A inflação está alta agora, está assustando muita gente, mas está 9% e com perspectiva de cair porque a Dilma tem obsessão de não permitir que a inflação ultrapasse esse limite, que chegou a 9% ao ano e não a 80% ao mês. Lembrando que quando eu peguei esse pais, a inflação estava 12,5% ao ano e o desemprego estava 12%. Quem estiver apostando no fracasso do país, vai quebrar a cara porque esse país é muito grande e tem um grande poder de reação".
Lula acertou em pelo menos dois pontos de seus 20 minutos de discurso demagógico para sindicalistas e puxa-sacos. Primeiro, que não é só ele quem está cansado de tantas mentiras e safadezas. Segundo, que o Brasil tem um gigantesco poder de reação, embora nossa Elite Moral pareça viver deitada em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo. A maioria esclarecida do povo brasileiro rejeita as bobagens proclamadas pelo acuado $talinácio, cada vez mais próximo do juízo final político. As colaborações premiadas nos processos da Lava Jato - que revelam os subterrâneos onde Lula usava e abusava de sua influência para promover lucrativos negócios - se transformaram no "calcanhar de Lula". Aquiles acaba de ser deposto de sua fraqueza historicamente famosa. 

A vaca já tossiu e vai para o brejo com a crise política e econômica. O Boi (aquele sindicalista que dedurava inimigos para o delegado Romeu Tuma, nos tempos da dita-dura) está indo atrás. Por isso, o Presidentro nunca esteve tão furioso quanto àquela Lula gigante assassina que ficou famosa no Youtube, desde agosto de 2010, ao atacar um robô submarino da Petrobras. Nunca foi tão justa e perfeita uma metáfora da natureza (um bicho que se julga poderoso contra uma empresa). Ainda mais que agosto está chegando, para desgosto de muito político que deixa a nação brasileira pt da vida...

terça-feira, 14 de julho de 2015

GASTOS DO CARTÃO CORPORATIVO DE ROSE ENFIM SERÃO REVELADOS

Postado na Tribuna da Internet – em 14 de  julho de  2015        
Carlos Newton

Está chegando ao final um dos maiores mistérios da República. Os autos do Mandado de Segurança 20895, impetrado pelo repórter Thiago Herdy e por O Globo já estão conclusos desde 27 de março, na mesa do ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça, para que mande cumprir o acórdão da 1ª Seção da corte, que autorizou o acesso aos dados do cartão corporativo do governo federal usado pela ex-chefe da representação da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha.
O tribunal acolheu pedido feito pela rede de jornais Infoglobo e pelo jornalista Thiago Herdy Lana para terem acesso aos gastos, com as discriminações de tipo, data, valor das transações e CNPJ/razão social.
TÓRRIDA PAIXÃO
Como se sabe, desde a década de 1990, quando se conheceram no Sindicato dos Bancários de São Paulo, numa reunião conduzida pelo dirigente sindical João Vaccari Neto, Rosemary era concubina do então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2003, ao assumir o poder, Lula trouxe a companheira para perto de si, nomeando-a para o importante cargo de chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo. E o romance prosseguiu, com o presidente usufruindo da companhia de Rose em 32 viagens internacionais que tiveram a ausência da primeira-dama.
Tudo continua bem, até que novembro de 2012, já no governo Dilma Rousseff, Rose acabou envolvida na Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, que investigou venda de pareceres técnicos para liberação de obras favorecendo empresas privadas, foi imediatamente demitida e está respondendo a processo.
DILMA USOU ROSE
Desde 2013, já rolava na Justiça o mandado de segurança apresentado pelo repórter Thiago Herdy e pelo O Globo para quebrar o sigilo dos gastos do cartão de Rose, sob argumento de que o acesso a documentos administrativos tem status de direito fundamental, consagrado na Constituição Federal e em legislação infraconstitucional.
Em 2014, quando cresceu no PT o movimento “Volta, Lula”, para que o ex-presidente Lula fosse candidato, Dilma Rousseff resistiu e não quis abrir mão da candidatura. Lula insistiu e ela então lançou sobre a mesa a cartada decisiva, ameaçando divulgar os absurdos gastos de Rose no cartão corporativo da Presidência, que se tornariam um escândalo capaz de destruir a campanha eleitoral do PT, Lula foi obrigado a recuar.
DIREITO LÍQUIDO E CERTO
Para o relator do caso no STJ, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, a recusa de fornecer os documentos e as informações a respeito dos gastos efetuados com o cartão corporativo, com o detalhamento solicitado, constitui violação ilegal do direito líquido e certo da empresa e do jornalista de terem acesso à informação de interesse coletivo, assegurado pela Constituição e regulamentado pela Lei 12.527/11 (Lei de Acesso à Informação).
“Inexiste justificativa para manter em sigilo as informações solicitadas, pois não se evidencia que a publicidade de tais questões atente contra a segurança do presidente e vice-presidente da República ou de suas famílias, e nem isso ficou evidenciado nas informações da Secretaria de Comunicação”, afirmou em seu parecer.
“A divulgação dessas informações seguramente contribui para evitar episódios lesivos e prejudicantes; também nessa matéria tem aplicação a parêmia consagrada pela secular sabedoria do povo, segundo a qual é melhor prevenir do que remediar”, concluiu o ministro, que vai mandar cumprir a sentença do STJ.
O PT VAI ÀS COMPRAS
Segundo o jornalista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder, nos governos petistas de Lula e Dilma, de 2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos já somaram R$ 615 milhões, o que significa mais de R$ 51 milhões por ano, enquanto em 2002, último ano do governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.
Cerca de 95% dessas despesas são “secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos extravagantes, como pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabelereira, aluguel de carro, etc.
Humberto diz que a anarquia chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações quitar duas mesas de sinuca usando o cartão, enquanto em São Bernardo, seguranças da família do então presidente Lula pagavam equipamentos de musculação com cartão corporativo e compraram R$ 55 mil em material de construção para a filha dele, Lurian.
Quando o sigilo for quebrado, esta nação vai estremecer. Será divertido, podem esperar.C. Newton

domingo, 5 de julho de 2015

A PRÓXIMA MANDIOCAGEM NA PETROBRAS?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Investidores que processam a Petrobras na Corte de Nova York utilizam, como trunfo, duas simples folhinhas de papel, registradas no Cartório do 13o Ofício de Notas do Rio de Janeiro, às 13h e 46 min do dia 4 de julho de 2003, para que o nome de Dilma Vana Rousseff, Presidenta em desgraça do Brasil, faça parte do conjunto de réus nas ações que exigem ressarcimento de perdas e danos por prejuízos. O importante documento é o extrato de Ata 1232 da reunião do Conselho de Administração da Petrobras, de 2 de julho de 2003, que decidiu pelo fechamento de capital da BR Distribuidora.
Foi tomada, por unanimidade, a decisão que tratou da "Aquisição obrigatória das ações remanescentes da Petrobras Distribuidora SA (BR)". Por solicitação do então presidente e conselheiro da Petrobras, José Eduardo de Barros Dutra, o então diretor financeiro, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, relatou ao Conselho a matéria da referência, "formulando proposição a respeito". Quem presidia o Conselhão da Petrobras naquele começo de primeiro mandado do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva era ninguém menos que Dilma Rousseff.
A composição do Conselho de Administração da Petrobras, naquela época, indicava a importância política e estratégica que a gestão petista dava à empresa que, a partir dali, começaria a ser vítima de esquemas de corrupção que as "colaborações premiadas" nos processos judiciais da Lava Jato começam a revelar. Junto com Dilma, tinham responsabilidade pelas decisões: Antonio Palocci Filho, Claudio Luiz da Silva Haddad, Fábio Colleti Barbosa, Gerald Dinu Reiss, Gleuber Vieira, Jaques Wagner, Jorge Gerdau Johannpeter e José Eduardo Dutra.
Especialistas e investidores avaliam que, a partir do fechamento da BR Distribuidora, por decisão do Conselhão presidido por Dilma e nomeado no começo do primeiro governo Lula, a Petrobras foi usada da pior maneira possível. Primeiro como instrumento de política econômica para combater a inflação, ampliando a importação de gasolina e diesel sem equiparação de preços internos e externos, junto com a destruição do programa de etanol. Depois como instrumento de política industrial ao exigir um elevado e irreal conteúdo local, o que provocou atrasos na entrega de equipamentos, e estagnou o volume de produção nos últimos anos. Nem as metas mais conservadas foram atingidas pela empresa.
Agora, uma verdadeira mandiocagem começa a ser armada novamente na Petrobras. Se o fechamento da BR Distribuidora, naquela época, pode ter servido para tirar da fiscalização pública tudo de errado que os processos da Lava Jato agora relatam, agora, soa estranha a notícia de que a estatal de economia mista pretende abrir o capital de sua subsidiária. Não cola a desculpa de que a Petrobras está em uma fase de redução de investimentos, metas de produção mais realistas, revisão da relação com fornecedores e venda de ativos.
A BR Distribuidora é uma das jóias da coroa. Detém 37% do mercado brasileiro, com quase oito mil postos de combustíveis. O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, já anunciou, informalmente, em entrevistas aos aliados da imprensa, que a abertura de capital da empresa (que interessa às grandes transnacionais do setor, como a Shell) poderá ser feita buscando um sócio (nacional ou estrangeiro) e/ou pelo lançamento de um grande bloco de ações no mercado (IPO).
O mais grave é que Bendine repete uma daquelas promessas que nem crédula a Velhinha de Taubaté consegue engolir: a nova empresa será livre para definir os preços dos combustíveis e que mensalmente vai avaliar todas as variáveis que entram na composição do custo. Segundo Bendine, a operação de abertura de capital da BR Distribuidora, se acontecer, teria a intenção de capitalizar a companhia e ajudar a diminuir o endividamento.
O negócio, com jeito de mandiocagem entreguista, tende a ser mais um problema para a Mulher Sapiens. Até porque, Dilma Rousseff pode nem ter tempo de concretizá-lo. Ela tem tudo para ser saída da Presidência da República. Seja pela via de um impeachment (gerado pelo crime de responsabilidade por "pedaladas fiscais" fora da lei) ou pelo cancelamento de seu diploma eleitoral, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral nº 1943-58.2014.6.00.0000-DF, que apura o suposto pagamento de propina desviada da Petrobras através de doações legais a políticos durante a eleição de 2014, conforme delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa.
O momento politicamente delicado não recomenda negócios ousados com a Petrobras. No entanto, quem sempre esteve de olho para abocanhar as fatias lucrativas da petrolífera fica sempre pronto para fazer qualquer negócio. As delações premiadas da Lava Jato começam a derrubar aquela tese esfarrapada de que a corrupção na Petrobras foi um fato isolado nas diretorias da Abastecimento e Serviços, sem qualquer relação com a diretoria financeira (que efetivamente pagava pelos "negócios") e totalmente sem o conhecimento da cúpula da empresa (que opera de maneira verticalizada) e do governo (acionista majoritário e que sempre interferiu nas decisões da Petrobras).
A hora do tal "juízo final" se aproxima. Seja na 13a Vara Federal de Curitiba ou na Corte de Nova York. Nos próximos dias ou semanas, novas prisões de tubarões da petelândia vão tornar a coisa mais preta que ouro negro a preço de banana. Como dirá o saudoso locutor ludopédico Waldir Amaral, narrando o jogo no gigantesco estádio do tribunal do além:

- "Tem peixe na rede do Sérgio Moro... Choveu na horta da Lava Jato"...