sexta-feira, 9 de outubro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
O POVO BRASILEIRO NÃO CONFIA EM NENHUM DOS PODERES DA REPÚBLICA
Postado na Tribuna da Internet em de 4 de outubro
2015
Celso Serra
No Estado de S. Paulo, a jornalista Eliana Cantanhêde
sapecou: “De fato, chegamos a outubro assim: a presidente não preside, o
Executivo não executa e o Legislativo não legisla, enquanto o dólar vai a R$ 4,
um recorde histórico, e a Lava Jato pega o PT de jeito. Já foram condenados
pelo juiz Sérgio Moro o ex-deputado André Vargas, o primeiro político da Lava
Jato, o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto e o “operador” petista na
Petrobrás, Renato Duque. E Henrique Pizzolatto, do mensalão, vem aí!”
A jornalista do Estadão está correta. Na Esplanada dos
Ministérios e na Praça dos Três Poderes, ninguém pensa na formulação de medidas
em condições de recuperar a economia.
A conclusão é de que somos um país em frangalhos, entregue à
Divina Providência, se é que Ela existe.
RENÚNCIA
A renúncia da presidente Dima Rousseff ganha cada vez mais
clamores, ainda que não apenas a ela se deva inculpar pela desagregação
econômica e institucional.
A corrupção no Brasil virou instituição, aliás, a mais forte
do país. O povo brasileiro não confia em nenhum dos poderes da República. Como
confiar?
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
DISCIPLINA POLÍTICA MILITANTE
Por Sergio de Vasconcellos - Rio de Janeiro
Reeditado em 30-9 de 2015
A disciplina política tem dois
aspectos: forma e conteúdo. Para entendê-la nada melhor que fazer um paralelo
entre a disciplina política e a disciplina militar.
A disciplina militar é impessoal,
submete o homem a uma ordem determinada, sem discussão. Enquadra-o. Tira sua
roupa, põe outra. Ensina a caminhar de outra maneira, ensinando-o a receber uma
ordem e executá-la com Inteligência porém friamente. Guia-se permanentemente
pelo superior desde que sai até o cumprimento do objetivo (missão, ordem,
tarefa). Se se deteve no caminho há de ser por ordem superior. Isto é, é
conduzido, no verdadeiro conceito, sem ser, em nenhum caso, condutor. Age por
ação de presença e sempre em conjunto.
A disciplina política por sua vez
é aquela que exige que cada homem aja individualmente, pois é uma disciplina
confiada a sua consciência e não à vontade de um que manda e que dirige os
outros.
O militar sai com sua tropa e chega
ao objetivo com esta, todos, em conjunto, obedecendo à voz de comando.
O político está livre nos seus
próprios pensamentos e em suas próprias reflexões. Ele tem um ponto de partida
comum e um objetivo a onde deve chegar. Elege o seu caminho. Marcha por distintos
caminhos desenvolvendo, de diversas maneiras, sua mais completa e livre
iniciativa. É totalmente livre no rumo
que escolheu. Marcha apenas com uma condição: não perturbar os que marcham com
ele e chegar simultaneamente ao objetivo que fixou por sua própria vontade no
exato momento em que é preciso chegar.
O que a disciplina política não permite é o engano, é o mau procedimento.
O que a disciplina política impõe é a sinceridade e a lealdade em todos os
procedimentos e por sobre todas as coisas. Na disciplina política não existe
nada de obrigatório que não esteja conforme a consciência ou que não seja
ditado por esta. Em consequência i militante que realiza um mau ato não somente
corrompe a disciplina da organização de que faz parte mas também desgasta sua imagem, sua
credibilidade pessoal, além de vulnerabilizar e comprometer a ação e a
performance do conjunto. O mau procedimento, em síntese, inviabiliza o
militante para a condição de dirigente (político) da organização.
Companheiros: quem realiza
transações ou manobras em benefício próprio não pode impor nem exigir
disciplina de quem deve obedecê-lo. Por esta razão a disciplina política é uma
disciplina eminentemente de fundo interior. O dirigente político é
substantivamente íntegro e livre. Por esta mesma razão, não há quem possa fazer
o dirigente político. Ele nasce de sua própria bagagem interior. Ou seja, os
quadros dirigentes não são feitos, nascem potencialmente para tanto. Engana-se
aquele que acredita que se pode fazer um
dirigente político por decreto, resolução ou eleição. Isto é simples de
explicar: conduzir é uma arte, o artista nasce
não se faz. Assim como o artista o dirigente político precisa apenas se
desenvolver e aprimorar sua potencialidade e talento em grau máximo, a não ser
que procure ocupar na história um espaço
comum de mediocridade.
Uma disciplina desta natureza,
como muitas outras coisas essencialmente importantes, está em todas as bocas e
em muitos poucos corações. Mande com dignidade, mande com sinceridade, mande
com desinteresse pessoal, com lealdade, mande com honradez e será obedecido.
Publicado originalmente no
Mensário “AÇÃO NACIONAL” – São
Paulo: Junho de 1986, p. 9.
* O Centro de Estudos Gustavo
Barroso é dirigido pelo renomado Jornalista Rômulo Augusto Romero Fontes, editor do combativo “Jornal Bastidores”.
domingo, 27 de setembro de 2015
FHC COMPARA DILMA AO DOUTOR FAUSTO E CONDENA A REFORMA
Postado em 27 de setembro de 2015 na Tribuna
da Internet
Por Pedro do Coutto
Enquanto a presidente Dilma Rousseff não conseguia consenso
no PMDB na escolha de nomes do partido para integrar o governo (reportagem de
Júnia Gama, Simone Iglésias Washington
Luiz, em O Globo), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso numa entrevista a
Ricardo Balthazar, Folha de São Paulo, comparou-a ao Doutor Fausto, personagem
central da Peça de Christopher Marlowe, encenada por volta de 1590, e baseada
em contos esparsos alemães sobre mistérios de ciências ocultas. Wolfgang Goethe
viria a reescrever a história em 1794. Doutor Fausto, na obra original, vendeu
sua alma ao diabo em troca de uma juventude eterna. As duas partes descumprem o
pacto.
Fernando Henrique recorreu à literatura e à arte (Fausto
virou também uma ópera) para dizer a Ricardo Balthazar que Dilma tentava um
compromisso com o demônio para salvar seu governo. Mefistófeles, no caso, seria
o PMDB. Por isso, ele sustentou não acreditar no resultado positivo da
negociação, pois o problema, disse com razão, não se encontra somente na esfera
partidária, mas sim com uma atuação eficiente do Poder Executivo com reflexo
direto na população. Oferecer posições ao PMDB, isoladamente, não resolve.
Tampouco o impeachment, em relação ao qual formulou sérias
reservas. “Os que desejam o impedimento não construíram até agora uma narrativa
convincente. Não só para o Congresso, mas – acrescentou – para o povo”.
CONTAS PÚBLICAS
Se não houver perspectiva de reorganização das contas
públicas, não tem solução. O problema é a angústia do tempo. FHC, em certo trecho
da entrevista, afirmou que o caminho seria Dilma Rousseff comprometer-se a
renunciar dentro de um ano. “Mas – frisou – seria uma utopia”, reconheceu.
Utopia. FHC tem razão. Colocou bem o tema de forma geral e,
se a entrevista à FSP fosse um dia depois, como prova de falta de orientação,
poderia citar a escolha inicial do deputado Manoel Júnior para o Ministério da
Saúde pelo líder da bancada do PMDB, Leonardo Picciani. Manoel Júnior há pouco
mais de um mês sugeriu que a presidente da República renunciasse. Como poderia,
assim, vir a ser indicado para o posto?
Erro triplo: de Leonardo Piciani, do próprio parlamentar que
se considerou apto, e, acima de tudo, da própria presidente Dilma que não
conseguiu informações prévias a respeito da sugestão e do sugerido. Onde estava
sua assessoria? Onde se encontrava sua equipe no Palácio do Planalto? São
perguntas obrigatórias sobretudo no meio da tempestade.
MORO NÃO CAI NA ARMADILHA
Em São Paulo, quinta-feira, em almoço com empresários
promovido pelo grupo Lide, o juiz Sérgio Moro evitou qualquer pronunciamento a
respeito da decisão do Supremo tribunal Federal que pode funcionar para
dividir, pelo menos uma parte das investigações da Operação Lava-Jato. Revelou
serenidade e firmeza que se refletem na certeza de que está correto em sua
atuação. O Globo publicou esta matéria também na edição de sexta-feira.
Assim agindo, deixou evidente que não está disposto a, pela
emoção, deixar-se cair numa armadilha. Não se irritou. Sua resposta ao STF foi
feita através de seu comentário sobre a lentidão da Justiça. Tal lentidão é um
fato, caminho para tornar inócuos muitos julgamentos e, com isso, absolver
culpados pelo passar do tempo.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
NÃO PERCAM O FOCO: INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL, JÁ
Intervencionistas
domingo (20 set) no Comando Militar do Leste
Artigo no Alerta
Total – www.alertatotal.net
Por Antonio José Ribas Paiva
O afastamento de Dilma, por"doença", impeachment ou cassação do mandato é a única chance para
a classe política salvar-se e tudo continuar como sempre foi: o crime no poder
do Estado, escravizando a Nação Brasileira. Não percam o foco. A única saída é
a Intervenção Constitucional, já! Temos que pressionar, porque as mudanças
ocorrem não pelas massas mas pelas idéias dos segmentos esclarecidos da
sociedade, atuantes. Mantenham o fogo que a vitória é nossa !!! - como bem
pregou o Almirante Barroso, na Guerra do Paraguai.
O papel sócio econômico do campo é garantir o abastecimento e saldo no
balanço comercial. Isso se faz com tecnologia e pouca mão de obra no mundo
todo. No setor terciário, os serviços garantem renda e emprego em 75 por cento
no primeiro mundo. Os Estados Unidos da América, maior produtor agrícola do
mundo, tem apenas 1,7 por cento da sua força de trabalho no campo e a
Inglaterra emprega nesse setor apenas 0,5 por cento.
A França que fez reforma agrária na revolução francesa, tem 5 por cento
na agricultura, amargando altos custos e subsídios por isso. O Brasil ainda
emprega 22 por cento da força de trabalho na produção de alimentos, realidade
que neutraliza a vocação natural do país.
Precisamos tirar
gente do campo e não favelizá-lo!
Reforma agrária é maoismo, revolução comunista do campo para as cidades
pelo desabastecimento. O Brasil vem sendo atacado por forças externas,
auxiliadas pelos próprios governos da Nova República, que praticam terrorismo
de estado contra a nação, para submeter-nos ao atraso do comunismo.
Afora os Poderes da República que foram usurpados pela classe política,
os governantes traidores da Pátria para tentar implantar o comunismo, lançam
contra a sociedade o MST, a FUNAI, as ONGS AMBIENTALISTAS e INDIGENISTAS, o MTST,
o DESEMPREGO, a VIOLÊNCIA, o CRIME, os ENDIVIDAMENTOS e o TRÂNSITO CAÓTICO nas
cidades de médio e grande porte, além de dividir a nação em guetos sociais,
raciais, culturais e religiosos.
Contra a traição, o terrorismo e os crimes dos governantes e agentes
públicos, a única solução é a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ!
Antônio José Ribas
Paiva é Advogado.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
O DECRETO 8515/2015
O presente texto da lavra do general Walmir é dos mais
elucidativos sobre as intenções comunistas contra as FFAA conforme a tática maquiavélica
de dividir para “reinar”. Os vermelhos querem solapar todas as instituições
permanentes da Nação, o alvo maior
sempre foi as Forças Armadas, em 1935,em 1964, foram repelidos. Porém, recalcitram
em suas tenebrosas intenções para aniquilar as FFAA, conforme
as decisões sorrateiras do Dialogo Interamericano e Foro de São Paulo!
O Decreto
8515/2015
General de brigada, reformado do Exercito Brasileiro, Walmir
Fonseca.
As Forças Armadas de todos os países, basicamente, têm as
mesmas finalidades, entre outras, a defesa da pátria.
Por seus objetivos, em geral, de altos propósitos, elas são
formadas segundo padrões de nível elevado.
Dentro delas são preconizados o respeito aos superiores, a
conduta honrada, o espirito de união e a atenção para com os subordinados. Em
geral, elas possuem normas, regulamentos e legislação coerentes com as suas
condutas e procedimentos.
Os militares
são orientados para os princípios da cidadania, e seus integrantes sabem que o
poder militar é subordinado ao poder civil, pelo menos, se este for legal.
Por vezes,
indagamos o que ocorreu com determinadas Forças Armadas, como a de Cuba, da
Venezuela, da Coreia do Norte e de uma série de países, onde em lugar do regime
democrático vicejam explícitas ditaduras.
Para os militares nacionais, por vezes surgem indagações de
como em tais ditaduras, os militares são coniventes com aqueles tiranos e
defendem com as próprias vidas conhecidos facínoras.
Sentimos um pouco de vergonha, pois imaginamos que eles, como
os militares nacionais, tiveram os mesmos parâmetros na sua formação e, no
entanto, são coniventes com os seus desgovernastes, e atuam como instrumento de
força nas mãos de canalhas.
E pensamos no Brasil e imaginamos o que não estamos fazendo e
até que ponto somos os escudos de conhecidos patifes, que podem por uma simples
assinatura em qualquer tipo de Decreto fazerem o que quiserem.
Assistimos inertes à criação do Ministério da Defesa, tivemos
ministros da mais baixa categoria, todos escolhidos a dedo entre os incapazes.
Foram bofetadas públicas de desrespeito às Forças Armadas.
Cada ministro deixou sua marca no M D, alguns de forma
vergonhosa, uma vez que o próprio desgoverno decretou que antigas autoridades
militares não poderiam assumir tal cargo.
A partir da criação do ministério, os antigos Cmt de força,
que participavam das reuniões governamentais foram alijados. Na verdade,
tornaram - se a quinta roda da carroça.
Quando recordamos sobre o zero à esquerda que os comandantes
militares de Cuba, da Venezuela e de outras nações se transformaram, aos poucos
analisando o cenário nacional e o desenvolvimento das ações depreciativas
desencadeadas pelo executivo nos últimos anos, inclusive a fatídica Comissão da
Verdade, concluímos como os nossos chefes militares foram reduzidos a pó de
merda.
Pelo Decreto
8515/2015, a inútil delegou ao Ministro da Defesa uma série de competências.
Retirou dos Cmt de Forças a prerrogativa para decidir sobre vários atos,
assumidos por delegação após a criação do MD e extinção dos Ministérios
Militares, consequentemente, dos cargos de ministros militares.
O Decreto
nos fornece uma prova contundente de como desprestigiar e desmoralizar as
autoridades militares.
Pobres
chefes militares reduzidos a mero guarda -
costas das nefastas autoridades civis, que se esmeram em denegrir suas
mais nobres intenções.
Não
preconizamos uma intervenção armada, porém até um rato encurralado num canto
reage: é legitima defesa, preceito consagrado no Direito e que deve, sim, em
caos, ser exercido pronta e plenamente.
Quem sabe, o
quanto já estamos encurralados?
Brasília,
DF, 07 de setembro de 2015 Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
LAMENTO À BANDEIRA
Adilson
Norival Teixeira
Bandeira do Brasil símbolo sagrado de um passado de glorias mil,
representas a coragem de seus filhos que defenderam nossas terras e nosso povo
de ataques infame. Simbolizas os negros,
índios e brancos que unidos sob o comando dos lideres dos terços venceram os
invasores na Batalha de Guararapes. Se no Batalhão dos Voluntários do Príncipe
D. Pedro o soldado Medeiros não tenha vislumbrado sua imagem, retratas a esperança de vitorias de todas as Marias Quitérias
de hoje. Se não foste a guia e inspiração de nossos soldados na Guerra do
Paraguai, se os que tombaram pela defesa da pátria não a carregavam, se o Duque
de Caxias ao apontar o sabre em direção aos inimigos não pode falar em seu
nome, mesmo assim vemos todos em sua imagem. Acompanhaste nossos pracinhas na
campanha da FEB para manter viva a lembrança da terra, da família e dos que
ficaram para trás, foste o alento, a esperança e a justificativa para a luta.
Sempre que foste hasteada por méritos de nossos atletas, lembrou aos vencedores
que estamos todos juntos e a sua nobre presença nos deu o direito e a honra de
compartilharmos as vitórias. É o momento da emoção e do orgulho de ser
brasileiro. Querido símbolo da terra, da amada terra do Brasil, as coisas
mudaram, não há motivos para sentimentos de satisfação e de elevada dignidade,
sua presença significa tudo e todos e o
sentimento que aflora não é o da emoção patriótica e sim a melancolia que brota
da tragédia social. Se enxergarmos o passado vitorioso e honrado, percebemos
também o momento atual onde a desordem avança como uma onda destruindo nossas
crenças, nosso brio e enfraquecendo nossa nação, provocando um retrocesso, um
retardamento difícil de recuperar. Enquanto ondulas ao sabor do vento exibindo
o lema de ordem e progresso como se fosse uma semente a ser carregada para
frutificar em todos os quadrantes vivemos outra realidade sob as forças
maléficas da desordem e suas consequências. Há muita diferença entre o soldado
que tomba no campo de batalha e uma pessoa que morre por uma bala perdida. Na
batalha a morte é honrosa, já a bala perdida mata um brasileiro e debilita o Estado. É inaceitável viver onde
se pode perder a vida por um celular, morrer por um par de tênis, onde temos
que transformar nossa casa em trincheira, fazer campana para sair ou entrar em
casa, dar voltas no quarteirão antes de aproximar da garagem, ser morto em
saidinha de banco e saber que os bandidos apenas fazem em seu nível e condição o que
aprenderam com a maioria dos governantes. E a policia? A policia sendo nossa instituição de segurança
está debilitada, seus membros viraram caça. Os policiais militares são
constrangidos a agir furtivamente em
suas comunidades. A farda em que antes rebrilhava a glória não pode secar no
varal. Esse quadro geral tem um nome, ultraje. Ó Bandeira do Brasil, representas tudo isso. Cantamos
que “se a pátria amada for um dia ultrajada lutaremos sem temor” e me pergunto
se o hino é apenas uma musica com o mesmo efeito feliz de cantar “ciranda
cirandinha vamos todos cirandar”, ou será que é preciso desestabilizar mais
ainda para ser considerado um ultraje? “Já podeis, da Pátria filhos, Ver
contente a mãe gentil; Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil. Brava gente
brasileira! Longe vá... temor servil: Ou
ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil” A liberdade raiou e foi engolida pelo
crepúsculo e a alvorada se fez com a libertinagem. Brava gente brasileira
aguarde em prontidão que alguém há de perder o temor servil e muitos poderão
morrer pelo Brasil mas muitos mais deixarão de morrer por causa do Brasil. Bandeira amada, se do alto de sua posição
testemunhas tudo deves saber muito mais, porem asseguro que aqui no rés do chão
se esvai o amor à pátria e não é ingratidão de filho e sim a solitária busca de
sobrevivência. Nossa pátria é abençoada pela natureza e somos gratos mas é
preciso lembrar a carência de comando, enquanto o caos predomina, o sabre
descansa na bainha. Precisamos no mínimo de um novo corneteiro. O último tocou
“olhar à esquerda”, “esquerda volver” e “à vontade”. Não é pedir muito, há de
aparecer um corneteiro que toque “cessar à vontade”, “acelerado”, “em
continência à bandeira” e “direita volver”. Também não peço muito, ó Bandeira,
mas preciso sentir de novo emoção ao ouvir o Hino Nacional e poder cantar com
convicção na sua presença e se meus olhos se encherem de lágrimas serão por
orgulho e não por tristeza.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
TROCA DE COMANDO MILITAR DO SUDESTE
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
domingo, 23 de agosto de 2015
QUE GENERAL TEM MEDO DE EVO MORALES?
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Os Generais brasileiros, da ativa
e na reserva, deram gargalhadas, mas levaram muito a sério, o recado dado pelo
presidente da Bolívia, Evo Morales, um dos mais radicais membros do Foro de São
Paulo: "Não vamos permitir golpes de Estado no Brasil e nem na América
Latina. Vamos defender as democracias e se precisar vamos atacar com nossas
forças armadas. Pessoalmente, nossa conduta irá defender Dilma, presidente do
Brasil, e o Partido dos Trabalhadores".
Morales deu seu recado direto aos
militares brasileiros na Escola Militar em Cochabamba, lembrando o 44º
aniversário do golpe militar de 1971, que colocou no poder o coronel Hugo
Banzer. Morales recordou que o golpe boliviano teve o apoio dos militares do
Brasil e da Argentina, com todo o respaldo do Pentágono dos EUA. Agora, Morales
passou o recibo de que pressente um clima para a queda de Dilma Rousseff. Na
visão dele, seriam os generais que dariam mais um "golpe" - termo
genérico que a esquerda prefere usar para tomadas de poder no estilo de 1964.
Caro cocalero do Foro de San
Pablo: uma ação igual àquela, na qual um Marechal ocupou a Presidência da
República, que ficou vaga pela fuga de João Goulart, dificilmente vai se
repetir. Primeiro, porque não temos mais Marechais. Segundo, porque os
militares brasileiros tomaram verdadeira ojeriza por ocupar uma Presidência da
República, depois que o General Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pela
garagem, para não empossar José Sarney, naquele golpe (este sim) dado pelo
General Leônidas, co-fundador da Nova República (que já nasceu esclerosada).
Terceiro, porque ainda não existe clima, nem pré-condições históricas
concretas, para tomadas do poder, pela força, no Brasil.
No entanto, Morales e qualquer
idiota enxerga que o cenário político junca foi tão conturbado no Brasil -
também assolado por uma crise econômica estrutural nunca antes vista. Nosso
modelo esgotou-se. A Presidenta perdeu a credibilidade para governar. O partido
dela e sua base aliada desmoralizaram a honradez promovendo a corrupção
sistêmica contra a coisa pública. A sujeira aflora no noticiário, e geram
descontentamento nas ruas e muita revolta nas redes sociais. Os integrantes da
cúpula dos três poderes batem cabeça. Brigam entre si, na chamada "Guerra
do Fim dos Imundos". As pessoas comuns não confiam nos tais
"poderosos". Pior ainda, estão de saco cheio dos parasitas de um
Estado campeão em se servir da sociedade - e não de servir a ela.
Vale repetir por 13 x 13: a
guerra do fim dos imundos ainda vai jogar muita sujeira para dentro ou para fora
do poluído ambiente da politicagem brasileira. Tudo se encaminha para um
agravamento do impasse institucional que tem tudo para redundar em ruptura.
Neste instante, a única salvação possível será uma Intervenção Constitucional.
Só o poder instituinte da sociedade brasileira tem condições de consertar tanta
coisa errada que a falida estrutura capimunista brasileira ajudou a produzir ao
longo da História. As Forças Patrióticas vão agir na hora certa.
Do ponto de vista da
constitucionalidade e da legitimidade, tal processo não será um
"golpe". Militares não sentarão no trono da Dilma. Mas, agora, já
receberam o comunicado oficial de que terão de lutar contra o exército do Evo
Morales e contra os guerrilheiros do Foro de São Paulo, estruturados nos bem
armados "exércitos do Stedile" (já invocados pelo Genérico
$talinácio) ou na "pegada de armas" (pregada pelo irresponsável
presidente da Central Única dos Trabalhadores). Uma coisa é certa: os
comandantes militares do Brasil gostaram nada da bravata do índio cacalero
boliviano - que é um dos porta-vozes do autoritarismo bolivariano na América
Latina. Morales conseguiu deixar a Onça Pintada, oficialmente, de prontidão...
Existe, sim, um clima de golpe
concreto no Brasil. Tal golpe é claramente tramado pela classe política
corrupta. Seu objetivo golpista é manter o regime da Nova República, a todo e
qualquer custo, no poder. O plano imediato deles é, se Dilma tiver mesmo de ser
substituída, que seja por alguém da confiança deles. A situação se complicou
porque Michel Temer, Eduardo Cunha e Renan Calheiros - sucessores naturais em
casos emergenciais - são cabras marcados para acerto de contas com o
judiciário. Além disso, o respaldo popular deles beira a zero. Dos três, Cunha
seria o menos impopular, mas só porque tem batido em cachorro morto, para
delírio das massas romanas de Bruzundanga.
Por causa de tanto desgaste de
imagem dos principais chefes políticos, a intenção golpista é entronizar um
preposto no trono dela. O carcomido poder que escraviza os brasileiros tem
vários personagens para ocupar um eventual governo de transição. Certamente, o
mais perigoso deles se chama Nelson Jobim. O personagem que já ocupou,
milagrosamente, todas as casacas da República (menos a presidencial), age, como
nunca, nos bastidores, costurando uma aliança de salvação com tucanos,
peemedebistas e alguns petistas. Todos correm contra o tempo, e o desgaste
violento imposto pela crise estrutural - que combina o pior na politicagem, na
economia quebrada e na falta de moral republicana.
O clima anda tão canalha, mas tão
canalha, que a temporada de traições produz ironias imperdoáveis. Imagina qual
foi o sentimento de José Dirceu, na cadeia, sabendo que sindicalistas da Força
Sindical lhe roubaram o título de "Guerreiro do Povo Brasileiro",
usando a expressão para saudar Eduardo Cunha? Imagina qual o sentimento do Zé
(Rico e Milionário, porém preso) ao receber mensagens de interlocutores do
velho amigo e companheiro Lula, pedindo para ele se desfiliar do Partido dos
Trabalhadores que ele também ajudou a fundar (e agora, também, a afundar)?
Imagina se a comissão de ética ou o diretório nacional, com pena do antigo
"herói", resolver não expulsá-lo da legenda - como deseja Lula?
Haja imaginação... Porque a
batalha de todos contra todos, com rigores de sem-vergonhice e muita traição,
que pode representar a "guerra do fim dos imundos" no Brasil, só vai
chegar ao fim se ocorrer um processo de Intervenção Constitucional. Será inútil
e prejudicial à Nação qualquer outra pretensa solução pela via da politicagem
ou do conchavo milionário. O único jeito, no Brasil, é proclamar de fato a
República. Porque a única coisa concreta, criada em 15 de novembro, foi a
fundação do clube que gerou a tal "Nação Rubro-Negra" (uma entidade
autogovernável, meio anarquista, que serve para torcer pelo Flamengo, até
morrer).
A nossa República, de fato, ainda
não foi proclamada. Precisa ser! O quanto antes! Chega de canalhas no poder
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
EXPLICANDO A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Ribas Paiva
As Forças Patrióticas, civis e militares, estão obrigadas a INTERVIR CONSTITUCIONALMENTE , no processo político, na forma prevista pelo art. 142 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL, para garantir os poderes constitucionais, restabelecendo a LEGITIMIDADE do governo.
Cumprindo esse DEVER PATRIÓTICO, deverão nomear um GOVERNO DE TRANSIÇÃO, que poderá ser uma junta governativa, a qual RESTABELECERÁ as INSTITUIÇÕES , dotando-as de mecanismos de proteção contra a usurpação e, convocará ELEIÇÕES GERAIS, em todos os níveis. Portanto, a Intervenção Constitucional não pode ser confundida e nem qualificada como "golpe".
Só as Forças Patrióticas têm legitimidade para o EXERCÍCIO do PODER INSTITUINTE, que lhes faculta CRIAR, MODIFICAR OU REVOGAR INSTITUIÇÕES, diante da usurpação do poder do Estado, pela classe política, para a prática sistemática de crimes. Esta é a tese básica que justifica a Intervenção Constitucional, já, pedida por milhares de pessoas nas redes sociais e nas grandes manifestações de rua pelo Brasil afora.
A classe política perdeu a legitimidade, porque foi pega roubando e traindo a Nação. Esse processo é irreversível. Tudo o que fizerem para salvar a pele suja será inócuo. Nós, cidadãos de bem, como segmentos esclarecidos da sociedade, é que temos o dever de lutar pela Intervenção Constitucional, a fim de salvar o Brasil dos corruptos e desqualificados políticos eleitos de forma absolutamente ilegítima por um processo eletrônico de votação tão digno de confiabilidade quanto as máquinas caça níqueis do Cassino do Al Capone.
Por isso, só nos resta: Intervenção Constitucional, já!
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA
PROCLAMAÇÃO
NACIONALISTA INTERVENCIONISTA CONSTITUCIONALISTA JÁ! (ART.142 DA CONSTITUIÇÃO) TODOS NA AV.PAULISTA NO DOMINGO 16 DE AGOSTO
É O BRADO RETUMBANTE
DOS BRASILEIROS DE SÃO PAULO CONTRA A BANDALHEIRA
QUE ASSOLA O BRASIL!
terça-feira, 11 de agosto de 2015
NACIONALISTAS QUE DEFENDEM A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ,
OS NACIONALISTAS QUE DEFENDEM A INTERVENÇÃO CONSTITUICIONAL JÁ, COMO ÚNICA ALTERNATIVA DE EVITAR A DESORDEM E MANTER A UNIDADE DA PÁTRIA, NO ATUAL MOMENTO DE CRISE, CONVOCAM TODOS OS PATRIOTAS E DEFENSORES DAS LIBERDADES A SE CONCENTRAREM EM TORNO DOS AGRUPAMENTOS NACIONALIUSTAS QUE SE CONCENTRAM NA FRENTE DO QUARTEL GENERAL DO EXERCITO PARA HOMENAGEAREM O VALOROSO PACIFICADOR DUQUE DE CAXIAS E SOLICITAREM A INTERVENÇÃO DA VALOROSA INSTITUIÇÃO PERMANENTE QUE REPRESENTA A NAÇÃO ARMADA E CULTIVA OS VALORES PERMANENTES DA BRASILIDADE.” LONGE VÁ TEMOR SERVIL!!!”.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015
INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ – Artigo 142 da Constituição Federal. (DOIS)
Iimpedimento da inútil
sacripANTA
A quantidade de
pedidos de impeachment já atingiu o número de 16.
A do impeachment, pelo não cumprimento da Lei de
Responsabilidade Fiscal, com as "pedaladas fiscais", seria encargo
exclusivo do Congresso, depois da aceitação pela Câmara dos Deputados, da
respectiva denúncia, tal e qual ocorreu com o Collor.
Assim, as possibilidades de assistirmos a uma pantomina no
Congresso aumentam dia a dia, o que não significa que a decisão política de
nossos energúmenos parlamentares seja o seu afastamento.
A outra seria a da impugnação ou anulação da chapa Dilma
-Temer, pelo TSE, em vista de fraudes e maracutaias, por causa de doações
ilícitas para a campanha, em 2014.
Essas duas hipóteses desagradariam aos Partidos, de formas
diferentes, evidentemente.
Portanto, no momento da contenda entre os partidos políticos,
destacamos que a refrega não se refere ao Estado Nacional, nem ao seu povo.
O que assistimos é a disputa pelo poder entre outros
partidos, com ou sem os matizes ideológicos do PT, mas que aspiram ao poder
absoluto e à gerencia total sobre os recursos nacionais.
A última possibilidade seria a sua renúncia. Uma insensatez
difícil de engolir.
Estas são três as hipóteses, sendo que a do impeachment é da
alçada dos parlamentares; a da impugnação ou anulação da chapa é da
exclusividade do TSE: aí assumiria o presidente da Câmara, que promoveria novas
eleições.
O nosso cenário político é tão torpe que sofrem acusações bem
claras, o presidente do Congresso e o presidente da Câmara.
Em nossa realista visão, entendemos que o simples afastamento
da inútil, dificilmente acarretará a expulsão dos petistas e correligionários
que maculam o Estado Nacional.
Cumpre destacar que a sua atuação foi instituída nas áreas de
Ensino, nas Escolas e nas Universidades, no Jornalismo, nas Letras, e em todas
as áreas possíveis de acarretar distorções nos procedimentos dos seres humanos.
Quando alguém nos pergunta qual a solução para a limpeza de
nossa honra, não sabemos; apenas a desgraça que o petismo incutiu neste País
está muito além da crise econômica que vivemos.
Infelizmente, nos três cenários, não assistiremos a um
arrastão que limpe a nossa Pátria de todas a misérias e condutas que os
desgovernos nos últimos doze anos ceifaram em nossas leis e condutas.
É impossível,
visualizarmos entre os possíveis substitutos, um cidadão de respeito, capaz de
dirigir esta pobre Pátria com honra e dedicação. Na verdade, estamos cercados
de estrumes e larápios da pior qualidade.
Como já afirmamos, mudam as moscas, mas a M.... é a mesma
É bom lembrar que a inútil não detém a simpatia da cúpula
petista, e que o partido, facilmente, irá repudiá-la como um produto de pouca
ou nenhuma valia.
Se temos alguma outra solução senão o impeachment, a
impugnação da chapa ou a renúncia?
Sim, uma intervenção à força, que infelizmente não ocorrerá.
Brasília, DF, 03 de agosto de 2015
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
DERAM AS COSTAS A DEUS!.
General Torres de Melo ( *)
General Torres de Melo ( *)
Quem lê os jornais, as revistas e vê as TV fica em estado de
choque. Parece
que o mundo vai se acabar. O terrorismo matando NO MUNDO,
fome na África, Grécia quebrada e roubo descarado no BRASIL são as manchetes do
jornais. QUEM VAI SER PRESO NA SEMANA?
Há uma sensação, uma impressão que esqueceram de Deus.
Mata-se, aqui, mais do que uma guerra. O roubo, no Brasil, já abarca parte do
mundo. (Suiça
–USA – Portugal)
Lembrei-me dos DEZ MANDAMENTOS.
1°) AMAR A DEUS SOBRE
TODAS AS COISAS
2°) NÃO TOMAR SEU
SANTO NOME EM VÃO
3°) GUARDAR DOMINGOS
E FESTAS DE GUARDA
4°) HONRAR PAI E MÃE
5°) NÃO MATAR
6°) NÃO PECAR CONTRA
A CASTIDADE
7°) NÃO ROUBAR
8°) NÃO LEVANTAR
FALSO TESTEMUNHO
9°) NÃO DESEJAR A
MULHER DO PRÓXIMO
10°) NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS
Estamos ferindo os de nº 1, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10.
ESTAMOS INDO PARA O INFERNO.
Parece que não há reza que nos salve. Todos nós somos culpados. Estamos pedindo que
Deus resolva. Ele só ajuda quem cumpre com as leis de DEUS.
GRUPO GUARARAPES - VEJAM E OUÇAM. Não seja cego, por amor de
DEUS!
sábado, 1 de agosto de 2015
INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ – Artigo 142 da Constituição Federal.
O COLISEU NATIVO
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Na antiguíssima Roma, os tiranos
da época utilizavam - se do Coliseu e outras arenas para embromar a galera
popular com os espetáculos circenses.
Enriquecendo a pantomima,
distribuíam pães para a massa, que de barriga cheia e imensos sorrisos de
satisfação assistia aos gladiadores se matando, as feras trucidando os
miseráveis e as execuções de larápios e assassinos.
E, assim, durante centenas de anos,
viveram felizes os tiranos e os seus submissos súditos.
Hoje, numa inversão espetacular,
parece que na arena, lá em baixo, ao invés de gladiadores, de leões, de tigres
e outras feras, uma malta de politiqueiros por fúteis querelas estão cuspindo
uns nos outros.
A refrega é sem sangue.
O público assistente diverte - se
ouvindo cabeludos palavrões e nojentos gestos obscenos, que cada bando usa para
ofender aos seus desafetos.
As acusações são pesadas, desde o
“ você roubou mais do que eu ...”, “ deu mais pedaladas fiscais...”, até o “a
sua mãe é ...”
Basicamente, os querelantes
sempre formaram uma malta unida, só que nos últimos meses, por ambições
pessoais e divergências no quanto cada um pode usufruir do Tesouro e do Poder
Nacional, surgiram os atritos e as desconfianças.
No momento entre cusparadas, os
oponentes esbravejam ameaças, e cada lado afirma que possui a seu favor as
famosas legiões.
“ As do Norte estão ao nosso
favor”, bradam alguns. “Mas nós contamos com as do Sul”, esbravejam os outros.
O povaréu boquiaberto nem sabe
para que lado torcer, pois parece que, como sempre, logo os oponentes estarão
aos abraços e beijos, e tudo voltará a ser “como dantes no quartel do
Abrantes”.
Como dizem os mais ponderados dos
fajutos gladiadores, “conterrâneos, o Brasil tem riquezas o suficiente para nós
todos e a nossa galera popular está eternamente pronta para nos sustentar e
enriquecer, portanto, por que brigar”?
Os pasquins utilizados pelos
oponentes acirram a contenda com tétricas acusações.
Infelizmente, apesar de ambas as
partes empregarem em sua defesa portentosos causídicos ou decantados filósofos,
tudo indica que o “bom senso” irá predominar e, em breve, a linha do
politicamente correto será adotada.
Breve, os afetuosos abraços, os
elogios recíprocos apagarão a triste quadra de atritos e, como usual, os
miseráveis plebeus retornarão para a arena onde, em sua desgraceira, alegrarão,
não apenas os tiranos e seus cupinchas, mas o populacho em geral.
A Nação brasileira é famosa em
todo o mundo pelo seu alegre e irresponsável modo de viver e, portanto, manterá
suas tradições de aplaudir as chanchadas mais ignóbeis.
De fato, como escreveu o filósofo
Nelson Rodrigues, “o brasileiro é um Narciso ás avessas, que cospe na própria
imagem. Nossa tragédia é que não temos o mínimo de auto - estima.”
O nativo não tem auto - estima,
nem responsabilidade, nem nacionalismo, mas não troca sua alegre desgraça por
preocupações com o futuro, o seu, e cruz credo, o do País.
E viva a nossa vã filosofia, “Não
importa que a mula manque, o que eu quero é rosetar”.
Brasília, DF, 24 de julho de 2015
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
General Torres de Melo ( *)
Ou a Imprensa nacional está
aumentando o número de roubos ou o Brasil é mesmo um país onde avançar no
dinheiro público é um grande negócio. No domingo explode mais um caso de roubo
envolvendo autoridades. O nome do governador de Minas Gerais, sua esposa, um
tal de Bené aparecem no caso. Suspeita-se
de financiamento de campanha do PT. Mereceu reportagem de página da
Folha de São Paulo (pg A9)
O Diário do Nordeste (Ceará) vem comentando O roubo da FIFA e
acrescenta avanço de 31 milhões na
Confederação Brasileira de FUTSAL (CBFS). Fala em crimes de estelionato,
formação de quadrilha, e contra a ordem tributária.
A VEJA (3DE JUNHO 2015) e A ISTO
É (da mesma data) estão recheadas com o roubo na FIFA e comentam o crime do
BENÈ. Já estão esquecendo o ASSALTO a
PETROBRÁS que ficou velho.
Volta com toda força o LAVA JATO
EM 19 DE JUNHO. No dia 19 de junho explode a prisão dos grandes da Odebrecht Andrade Gutierrez e com a ameaça
do Pai de Marcelo abrir a boca e querer três cadeias. Uma para ele, outra para
Ex-presidente e a terceira para a atual Presidente.
Há comentário de um casamento
feliz de um condenado do mensalão. Para o povo menos esclarecido pode ficar
entendido que o crime compensa. Este pode ser considerado herói por ter
colocado a boca no trombone e salvo o País de uma desgraça maior.
AS CPI que apuram desvios de
dinheiro público não merecem notícias, pois não são levadas a sério. É uma
vergonha que assim aconteça, pois indica a não seriedade do Congresso.
A coluna CLÁUDIO HUMBERTO informa
que foi pedida a prisão de 60 suspeitos com uma investigação no BNDES. Alguém
tem notícia se alguém foi preso? A Coluna Claudio Humberto estranha a não entrega dos dados do
Cartão Cooperativo da senhora Rosemary Noronha por parte do Palácio do
Planalto?
O GRUPO GUARARAPES gostaria de
saber como vai o dinheiro gasto com as ARENAS. Estão reembolsando o dinheiro
emprestado? Ou foi a fundo perdido e nós vamos pagar mais esta conta? GOSTARIA QUE ESTE NOSSO DOCUMENTO FOSSE
RECHEADO COM CRIMES NÃO ALENCADO PELO
GRUPO.
GRUPO GUARARAPES
2 de junho de 2015 (PARA REFLITIR)
“QUANDO VOCÊ PERCEBER QUE PARA
PRODUZIR PRECISA OBTER A AUTORIZAÇÃO DE QUE
NÃO PRODUZ NADA; QUANDO COMPROVAR QUE O DINHEIRO FLUI PARA
QUEM NEGOCIA NÃO COM BENS, MAS COM
FAVORES; QUANDO PERCEBER QUE MUITOS FICAM RICOS PELO SUBORNO E POR INFLUÊNCIA,
MAIS QUE PELO TRABALHO, E QUE AS LEIS NÃO NOS PROTEGEM DELES, MAS PELO
CONTRÁRIO , SÃO ELES QUE ESTÃO PROTEGIDOS DE VOCÊ,;
QUANDO PERCEBER QUE A CORRUPÇÃO É
RECOMPENSADA, E A HONESTIDADE SE CONVERTE
Em AUTO SACRIFÍCIO, ENTÃO PODERÁ
AFIRMAR, SEM TEMOS DE ERRAR, QUE SUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA.” AYN TAND FILÓSOFA RUSSO-AMERICANA- OBRIGADO POR TER
GOSTADO. A NOSSA VITÓRIA SE ENCONTRA EM SUAS MÃOS. REPASSANDO VAMOS CONQUISTAR
NAIS UM BRASILEIRO PARA O NOSSO GRUPO.
GRUPO GUARARAPES
(*) General da Reserva do
Exercito Brasileiro – ex comandante da Policia Militar do Estado de São
Paulo, coordenador nacional do grupo Guararapes.
sábado, 25 de julho de 2015
TAMBÉM CANSAMOS DE MENTIRAS E SAFADEZAS, LULA.
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O meme mais aguardado de BruzundangaAdicionar legenda |
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão -
serrao@alertatotal.net
Embora seja um mito em
decadência, figura em franca queda de popularidade e prestes a ajustar contas
com o judiciário, o ator (ou humorista de trago-tragi-comédias) Luiz Inácio
Lula da Silva faz de tudo para manter a eterna pose de sindicalista de resultados.
Na sexta (24), na posse da direção do Sindicato dos Bancários do ABC, Lula
deixou baixar o caboclo $talinácio e comprovou que continua em excelente forma,
no esporte de malhação da mídia, desta vez atirando de forma genérica, sem
citar os veículos de comunicação inimigos. Lula agora posa de perseguido e sai
em defesa da Dilma - cabra marcada para cair e derrubá-lo junto:
"Eu quero dizer para vocês
que eu estou cansado de mentiras e safadezas. Eu estou cansado de agressões à
primeira mulher que governa esse país. Eu estou cansado de ver o tipo de
perseguição e o tipo de criminalização que tentam fazer às esquerdas nesse
país. Eu tenho a impressão que muitas vezes a gente vê na televisão, parece os
nazistas criminalizando os judeus, os romanos criminalizando os cristãos, os
fascistas criminalizando o povo italiano. Parece tantas outras perseguições que
a gente já viu".
Lula tentou fazer uma leitura do
imaginário popular oposicionista - que tanto o incomoda: "Cada vez mais as
coisas pioram para nós, jogamos a culpa no governo. É mais fácil. A gente tem
que encontrar alguém para jogar a culpa. Eu quero dizer para todas as pessoas
que estão descrentes, que acham que o mundo vai acabar, que está vivendo uma
crise, que não há um momento na história desse país que não tivemos uma crise.
Neste pais não há razão para ter medo do futuro porque tem uma mulher da maior
dignidade governando esse país. Não tem pessoa com o caráter mais forte do que
a Dilma. Ela está sendo vítima de uma conjuntura que está prejudicando chineses,
alemães, americanos (...)".
$talinácio também deu uma de
economista: "A inflação está alta agora, está assustando muita gente, mas
está 9% e com perspectiva de cair porque a Dilma tem obsessão de não permitir
que a inflação ultrapasse esse limite, que chegou a 9% ao ano e não a 80% ao
mês. Lembrando que quando eu peguei esse pais, a inflação estava 12,5% ao ano e
o desemprego estava 12%. Quem estiver apostando no fracasso do país, vai
quebrar a cara porque esse país é muito grande e tem um grande poder de
reação".
Lula acertou em pelo menos dois
pontos de seus 20 minutos de discurso demagógico para sindicalistas e
puxa-sacos. Primeiro, que não é só ele quem está cansado de tantas mentiras e
safadezas. Segundo, que o Brasil tem um gigantesco poder de reação, embora
nossa Elite Moral pareça viver deitada em berço esplêndido, ao som do mar e à
luz do céu profundo. A maioria esclarecida do povo brasileiro rejeita as
bobagens proclamadas pelo acuado $talinácio, cada vez mais próximo do juízo
final político. As colaborações premiadas nos processos da Lava Jato - que
revelam os subterrâneos onde Lula usava e abusava de sua influência para
promover lucrativos negócios - se transformaram no "calcanhar de
Lula". Aquiles acaba de ser deposto de sua fraqueza historicamente famosa.
A vaca já tossiu e vai para o
brejo com a crise política e econômica. O Boi (aquele sindicalista que dedurava
inimigos para o delegado Romeu Tuma, nos tempos da dita-dura) está indo atrás.
Por isso, o Presidentro nunca esteve tão furioso quanto àquela Lula gigante
assassina que ficou famosa no Youtube, desde agosto de 2010, ao atacar um robô
submarino da Petrobras. Nunca foi tão justa e perfeita uma metáfora da natureza
(um bicho que se julga poderoso contra uma empresa). Ainda mais que agosto está
chegando, para desgosto de muito político que deixa a nação brasileira pt da
vida...
terça-feira, 14 de julho de 2015
GASTOS DO CARTÃO CORPORATIVO DE ROSE ENFIM SERÃO REVELADOS
Postado na Tribuna da Internet – em 14 de julho de 2015
Carlos Newton
Está chegando ao final um dos
maiores mistérios da República. Os autos do Mandado de Segurança 20895,
impetrado pelo repórter Thiago Herdy e por O Globo já estão conclusos desde 27
de março, na mesa do ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal
de Justiça, para que mande cumprir o acórdão da 1ª Seção da corte, que
autorizou o acesso aos dados do cartão corporativo do governo federal usado
pela ex-chefe da representação da Presidência da República em São Paulo,
Rosemary Nóvoa de Noronha.
O tribunal acolheu pedido feito
pela rede de jornais Infoglobo e pelo jornalista Thiago Herdy Lana para terem
acesso aos gastos, com as discriminações de tipo, data, valor das transações e
CNPJ/razão social.
TÓRRIDA PAIXÃO
Como se sabe, desde a década de
1990, quando se conheceram no Sindicato dos Bancários de São Paulo, numa
reunião conduzida pelo dirigente sindical João Vaccari Neto, Rosemary era
concubina do então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2003, ao assumir o poder, Lula
trouxe a companheira para perto de si, nomeando-a para o importante cargo de
chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo. E o romance
prosseguiu, com o presidente usufruindo da companhia de Rose em 32 viagens
internacionais que tiveram a ausência da primeira-dama.
Tudo continua bem, até que novembro de 2012, já no governo
Dilma Rousseff, Rose acabou envolvida na Operação Porto Seguro, da Polícia
Federal, que investigou venda de pareceres técnicos para liberação de obras
favorecendo empresas privadas, foi imediatamente demitida e está respondendo a
processo.
DILMA USOU ROSE
Desde 2013, já rolava na Justiça o mandado de segurança
apresentado pelo repórter Thiago Herdy e pelo O Globo para quebrar o sigilo dos
gastos do cartão de Rose, sob argumento de que o acesso a documentos
administrativos tem status de direito fundamental, consagrado na Constituição
Federal e em legislação infraconstitucional.
Em 2014, quando cresceu no PT o movimento “Volta, Lula”,
para que o ex-presidente Lula fosse candidato, Dilma Rousseff resistiu e não
quis abrir mão da candidatura. Lula insistiu e ela então lançou sobre a mesa a
cartada decisiva, ameaçando divulgar os absurdos gastos de Rose no cartão
corporativo da Presidência, que se tornariam um escândalo capaz de destruir a
campanha eleitoral do PT, Lula foi obrigado a recuar.
DIREITO LÍQUIDO E CERTO
Para o relator do caso no STJ,
ministro Napoleão Nunes Maia Filho, a recusa de fornecer os documentos e as
informações a respeito dos gastos efetuados com o cartão corporativo, com o
detalhamento solicitado, constitui violação ilegal do direito líquido e certo
da empresa e do jornalista de terem acesso à informação de interesse coletivo,
assegurado pela Constituição e regulamentado pela Lei 12.527/11 (Lei de Acesso
à Informação).
“Inexiste justificativa para
manter em sigilo as informações solicitadas, pois não se evidencia que a
publicidade de tais questões atente contra a segurança do presidente e
vice-presidente da República ou de suas famílias, e nem isso ficou evidenciado
nas informações da Secretaria de Comunicação”, afirmou em seu parecer.
“A divulgação dessas informações
seguramente contribui para evitar episódios lesivos e prejudicantes; também
nessa matéria tem aplicação a parêmia consagrada pela secular sabedoria do
povo, segundo a qual é melhor prevenir do que remediar”, concluiu o ministro, que
vai mandar cumprir a sentença do STJ.
O PT VAI ÀS COMPRAS
Segundo o jornalista Cláudio
Humberto, do site Diário do Poder, nos governos petistas de Lula e Dilma, de
2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos já somaram R$ 615 milhões, o
que significa mais de R$ 51 milhões por ano, enquanto em 2002, último ano do
governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.
Cerca de 95% dessas despesas são
“secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do
Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos
extravagantes, como pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabelereira,
aluguel de carro, etc.
Humberto diz que a anarquia
chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações quitar
duas mesas de sinuca usando o cartão, enquanto em São Bernardo, seguranças da
família do então presidente Lula pagavam equipamentos de musculação com cartão
corporativo e compraram R$ 55 mil em material de construção para a filha dele,
Lurian.
Quando o sigilo for quebrado, esta nação vai estremecer.
Será divertido, podem esperar.C. Newton
segunda-feira, 6 de julho de 2015
domingo, 5 de julho de 2015
A PRÓXIMA MANDIOCAGEM NA PETROBRAS?
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Investidores que processam a
Petrobras na Corte de Nova York utilizam, como trunfo, duas simples folhinhas
de papel, registradas no Cartório do 13o Ofício de Notas do Rio de Janeiro, às
13h e 46 min do dia 4 de julho de 2003, para que o nome de Dilma Vana Rousseff,
Presidenta em desgraça do Brasil, faça parte do conjunto de réus nas ações que
exigem ressarcimento de perdas e danos por prejuízos. O importante documento é
o extrato de Ata 1232 da reunião do Conselho de Administração da Petrobras, de
2 de julho de 2003, que decidiu pelo fechamento de capital da BR Distribuidora.
Foi tomada, por unanimidade, a
decisão que tratou da "Aquisição obrigatória das ações remanescentes da
Petrobras Distribuidora SA (BR)". Por solicitação do então presidente e
conselheiro da Petrobras, José Eduardo de Barros Dutra, o então diretor
financeiro, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, relatou ao Conselho a matéria da
referência, "formulando proposição a respeito". Quem presidia o
Conselhão da Petrobras naquele começo de primeiro mandado do Presidente Luiz
Inácio Lula da Silva era ninguém menos que Dilma Rousseff.
A composição do Conselho de
Administração da Petrobras, naquela época, indicava a importância política e
estratégica que a gestão petista dava à empresa que, a partir dali, começaria a
ser vítima de esquemas de corrupção que as "colaborações premiadas"
nos processos judiciais da Lava Jato começam a revelar. Junto com Dilma, tinham
responsabilidade pelas decisões: Antonio Palocci Filho, Claudio Luiz da Silva
Haddad, Fábio Colleti Barbosa, Gerald Dinu Reiss, Gleuber Vieira, Jaques
Wagner, Jorge Gerdau Johannpeter e José Eduardo Dutra.
Especialistas e investidores
avaliam que, a partir do fechamento da BR Distribuidora, por decisão do
Conselhão presidido por Dilma e nomeado no começo do primeiro governo Lula, a
Petrobras foi usada da pior maneira possível. Primeiro como instrumento de
política econômica para combater a inflação, ampliando a importação de gasolina
e diesel sem equiparação de preços internos e externos, junto com a destruição
do programa de etanol. Depois como instrumento de política industrial ao exigir
um elevado e irreal conteúdo local, o que provocou atrasos na entrega de
equipamentos, e estagnou o volume de produção nos últimos anos. Nem as metas
mais conservadas foram atingidas pela empresa.
Agora, uma verdadeira mandiocagem
começa a ser armada novamente na Petrobras. Se o fechamento da BR
Distribuidora, naquela época, pode ter servido para tirar da fiscalização
pública tudo de errado que os processos da Lava Jato agora relatam, agora, soa
estranha a notícia de que a estatal de economia mista pretende abrir o capital
de sua subsidiária. Não cola a desculpa de que a Petrobras está em uma fase de
redução de investimentos, metas de produção mais realistas, revisão da relação
com fornecedores e venda de ativos.
A BR Distribuidora é uma das
jóias da coroa. Detém 37% do mercado brasileiro, com quase oito mil postos de
combustíveis. O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, já anunciou,
informalmente, em entrevistas aos aliados da imprensa, que a abertura de
capital da empresa (que interessa às grandes transnacionais do setor, como a
Shell) poderá ser feita buscando um sócio (nacional ou estrangeiro) e/ou pelo
lançamento de um grande bloco de ações no mercado (IPO).
O mais grave é que Bendine repete
uma daquelas promessas que nem crédula a Velhinha de Taubaté consegue engolir:
a nova empresa será livre para definir os preços dos combustíveis e que
mensalmente vai avaliar todas as variáveis que entram na composição do custo.
Segundo Bendine, a operação de abertura de capital da BR Distribuidora, se
acontecer, teria a intenção de capitalizar a companhia e ajudar a diminuir o
endividamento.
O negócio, com jeito de
mandiocagem entreguista, tende a ser mais um problema para a Mulher Sapiens.
Até porque, Dilma Rousseff pode nem ter tempo de concretizá-lo. Ela tem tudo
para ser saída da Presidência da República. Seja pela via de um impeachment
(gerado pelo crime de responsabilidade por "pedaladas fiscais" fora
da lei) ou pelo cancelamento de seu diploma eleitoral, na Ação de Investigação
Judicial Eleitoral nº 1943-58.2014.6.00.0000-DF, que apura o suposto pagamento
de propina desviada da Petrobras através de doações legais a políticos durante
a eleição de 2014, conforme delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa.
O momento politicamente delicado
não recomenda negócios ousados com a Petrobras. No entanto, quem sempre esteve
de olho para abocanhar as fatias lucrativas da petrolífera fica sempre pronto
para fazer qualquer negócio. As delações premiadas da Lava Jato começam a
derrubar aquela tese esfarrapada de que a corrupção na Petrobras foi um fato
isolado nas diretorias da Abastecimento e Serviços, sem qualquer relação com a
diretoria financeira (que efetivamente pagava pelos "negócios") e
totalmente sem o conhecimento da cúpula da empresa (que opera de maneira
verticalizada) e do governo (acionista majoritário e que sempre interferiu nas
decisões da Petrobras).
A hora do tal "juízo
final" se aproxima. Seja na 13a Vara Federal de Curitiba ou na Corte de
Nova York. Nos próximos dias ou semanas, novas prisões de tubarões da
petelândia vão tornar a coisa mais preta que ouro negro a preço de banana. Como
dirá o saudoso locutor ludopédico Waldir Amaral, narrando o jogo no gigantesco
estádio do tribunal do além:
- "Tem peixe na rede do
Sérgio Moro... Choveu na horta da Lava Jato"...
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