quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A FALÊNCIA ECONÔMICA E MORAL DE UMA NAÇÃO



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Valmir Fonseca
A origem de um Estado, até um analfabeto sabe.
Existe um território ocupado por um povo, que decide legitimar - se como uma entidade. Por isso, para criar um Estado, a população estabelece leis, que julga definirão o convívio de seus cidadãos.
Para tanto, uma consequência é a adoção de poderes, em geral três, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que, equilibradamente, irão conduzir os destinos do Estado.
Evidentemente, surgem os ônus financeiros, para a manutenção dos recursos humanos necessários à rotina burocrática  e  também para as obras e uma série de medidas que deverão ser adotadas em prol do bem - comum.
Assim, escolas, hospitais, estradas, postos fronteiriços, segurança interna, segurança externa, prisões e uma infindável relação de atividades, algumas de altos custos, necessárias ao estabelecimento e à preservação do que for construído.
É oportuno lembrar que a população cresce e as necessidades, inclusive as materiais, que devem acompanhar a demanda, e serem melhoradas em decorrência de seu desgaste e das evoluções da tecnologia, da engenharia, da medicina e, assim por diante.
Ou seja, um Estado custa caro, ainda que os seus gastos sejam bem administrados e sem roubalheiras.
Daí a contribuição de cada um através de impostos, que serão destinados à gestão da coisa pública e aos salários de seus funcionários.
Até aqui, elementar, meu caro Watson.
Hoje no Brasil, além dos custos com o Estado em si, incluindo um batalhão de apadrinhados políticos e das obras necessárias aos seus cidadãos, existe a sobrecarga da esmola em prol do voto; ou seja, cabe a cada brasileiro, um óbice extra para a manutenção de bolsas e inúmeros benefícios para denominadas categorias (cor de pele, distorções sexuais, indígenas, quilombolas e um elenco de outras), que fornecem ao desgoverno, o ferramental para promover as dicotomias.
Sem contar o perdão de dívidas de países “cumpanheiros” e os empréstimos ou esmolas do BNDES para outras nações impregnadas do socialismo festeiro, conforme determinação do Foro de São Paulo, que já destacamos como o maior poder no atual desgoverno nacional.
Para quem não sabe, o segundo Poder é o Executivo e o terceiro é o PT.
Na prática, podemos concluir que se os gastos com outros destinos, que não os destinadas ao usufruto da população, forem excessivos, faltarão os recursos destinados às necessidades nacionais, objetivo primeiro da criação do Estado.
Consta que o BNDES, cujos recursos são extraídos do Tesouro Nacional, que por sua vez vive dos impostos que a população paga, financia 20 obras para outros países “amigos”, envolvendo somas monumentais.

Sendo que entre 2004 e 2014 existem empréstimos financeiros concedidos a diversos países “cumpanheiros”, cujos valores astronômicos não são informados aos contribuintes.
Hoje, nitidamente, pelo abandono das obras destinadas ao desenvolvimento e a implantação do que seria o bem - comum, entendemos que faltam os recursos para a sua execução.
Assistimos à derrocada da administração pública e, explicitamente, a má gestão dos recursos decorre por vários motivos: a dimensão da estrutura pública, tanto pelo número de ministérios, secretarias e autarquias existentes, como o efetivo espantoso de funcionários, entre os quais, os milhares cargos de confiança e similares.
Cumpre assinalar que na área empregatícia, sendo admitidos os cupinchas e amigos ou parentes nos cargos públicos, em geral indivíduos incompetentes que ocupam lugares onde deveriam ser exigidos padrões de conhecimento e experiência, mas numa demonstração de que a Nação pode ser espoliada, claramente, o principio da meritocracia é jogado no lixo.
Ao sublinhar a nossa bancarrota econômica, não esqueçamos a hecatombe moral, e destacar que pelo andar da carruagem, além da falta de cidadania, faltará bolo para todos.
Doravante, o desgoverno usará de todos os subterfúgios para arrecadar o máximo da população. Uma delas é através das multas de trânsito, que a maioria da população desconhece que o grandioso recolhimento não vai para minimizar os acidentes nas ruas e estradas, mas que é utilizado para cobrir os gastos desenfreados da sua incompetente gestão.
Hoje o valor das multas foi aumentado astronomicamente e soa no ouvido dos idiotas como uma medida “politicamente correta”, devido à preocupação que este desgoverno tem para com o bem estar do populacho.
Para quem não sabe a nossa energia é a mais cara do mundo e o nosso combustível, também; e para piorar, brevíssimo, a gasolina e o diesel sofrerão mais um aumento. Ou seja, o que já era ruim, ficará bem pior.
Portanto, é de chorar de alegria, saber que nos próximos 04 anos não mudará nem a M..., nem as moscas.
E viva a manipulação da democracia, que permite que mergulhemos de cabeça no comunismo.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.
Postado por Jorge Serrão às 07:21:00 4


MEGAESCÂNDALO DO ‘PETROLÃO’ COLOCARÁ O PESCOÇO DE MUITAS AUTORIDADES DA REPÚBLICA A PRÊMIO

Transcrito  do site Tribuna da Imprensa online  de 5.11.14

DANIEL MAZOLA
Primeiro criaram uma bizarra petição no dia 28 de outubro, que conclamou a Casa Branca a se posicionar contra o Foro de São Paulo, e o que chamaram de “expansão do comunismo bolivariano promovido pelo governo Dilma Rousseff”. O pedido de apoio para convencer Barack Obama a tomar uma providência já superou 133 mil assinaturas.
Agora surgiu uma nova petição no site da Casa Branca que está cobrando investigação nos EUA sobre o escândalo do Petrolão devido às perdas causadas pelo esquema de corrupção na estatal brasileira a investidores estrangeiros. Fui o primeiro a alertar sobre o fato aqui no blog: ações da Petrobras são negociadas na Bolsa de NY e a denúncias de desvios bilionários, nos governos Lula e Dilma, isso afetou a reputação da empresa no mercado de capitais estadunidense.
Os acionistas da Petrobras podem cobrar prejuízos na Justiça dos EUA se for confirmado o envolvimento de dirigentes da estatal no Petrolão. A iniciativa pede que o FBI, a Polícia Federal dos EUA, e a SEC, a Comissão de Valores Mobiliários de lá, façam “rigorosa investigação”. Caso a petição atinja a marca de 100 mil assinaturas até o dia 30 de novembro, passará por análise da Casa Branca e obrigatoriamente terá resposta oficial.
É irrefutável, o desgoverno da presidente Dilma foi irremediavelmente manchado pelas comprovadas denúncias de corrupção do tal "petrolão" (desdobramentos dos processos judiciais e investigações da Operação Lava Jato, que podem acabar com a carreira de pelo menos 28 famosos políticos metidos em falcatruas além do próprio pescoço colocado a prêmio).
A cúpula petista está lutando para que a pizza seja servida e prevaleça no Petrolão, mas está cada vez mais complicado de se engolir, ainda mais sendo preparada pelos governistas. O presidente do Senado, Renan Calheiros, terá imensas dificuldades de se desvincular dos problemas de Sérgio Machado, seu afilhado político, que foi obrigado a pedir uma licença não-remunerada pelos próximos 30 dias da Transpetro. Machado ficou exposto depois que vazou o depoimento de Paulo Roberto Costa revelando que ele lhe teria dado, em mãos, R$ 500 mil reais para direcionar uma licitação de navios.
O mais difícil do Petrolão será o governo tentar fabricar, como sempre, a hilária tese oficial de que "ninguém sabia de nada". A “gerentona” Dilma Rousseff ainda terá muitos problemas a enfrentar em função do megaescândalo. Se vai resistir ou cair, tudo dependerá das armações políticas no Legislativo e no Judiciário, da super-crise econômica (inflação, juros e desemprego) que só tende a aumentar, mas principalmente da pressão das manifestações populares.
Capa preta na mira
Circula a informação em Brasília que um jovem magistrado está apavorado com inesperados desdobramentos da Lava Jato.
O capa preta ficou sabendo que a oposição já teria em mãos informações sobre US$ 22 milhões de dólares que o juizão teria guardados no exterior.
Como sabemos, o valor é totalmente incompatível com o patrimônio e os vencimentos do ricaço togado, brevemente uma bomba de efeito moral pode estourar em seu colo.

O grande problema é que vai depender da coragem da "oposição" (que sabe de tudo), em avançar com alguma denúncia formal. Vamos aguardar...

sábado, 25 de outubro de 2014

ESTE VIDEO, SE FOR MOSTRADO NA TV O PT PERDE A ELEIÇÃO VERGONHOSAMENTE

JARBAS  VASCONCELOS 

MARIO COUTO



Pronunciamentos dos Senadores MÁRIO COUTO/PA (de óculos)
e JARBAS VASCONCELOS/PE
Reparem a cara do Presidente do Congresso Nacional (!) Renan Calheiros.
Repassem antes que seja censurado.



www.youtube.com/embed/GQqdW4zRi9s?rel=0

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

https://www.youtube.com/watch?v=tYIRzU2pI2E&feature=youtu.be

 Veja este video. Leia a  revista Veja, antes  de domingo, antes de votar para fazer a reintegração de posse do Brasil. VOTE AECIO 45

https://www.youtube.com/watch?v=tYIRzU2pI2E&feature=youtu.be

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O DESBUNDE DO LULLA EM BELO HORIZONTE

Lula passa de todos os limites em comício de que participou na Praça Duque de Caxias, em BH, junto com Fernando Pimentel (PT),governador eleito de Minas Gerais (Foto: Alex Douglas/O Tempo/Folhapress)

Lula alucinado com a previsão da Grande Derrota, faz trejeitos igual a um” mamulengo”. Sua expressão e semblante( Hoje,23/10, em BH) são sinais de apavorado.Pois, ele sabe que por mais bondoso e conciliador que seja o Aécio, o povo exigirá uma minuciosa e contundente prestação e ajuste de contas .Chegou a hora da onça beber agua !!!!!!!!

LULA EXPLICA COMO USOU A IGREJA PARA CHEGAR AO PODER.






https://www.youtube.com/watch?v=xs9b8QOlzYY&list=UU65OaKMLtpEUs9BiLSb_u1g

terça-feira, 21 de outubro de 2014

TERCEIRO BOLETIM DO DATANUNES DESMENTE O DATAFOLHA, PROVA QUE ‘EMPATE TÉCNICO’ QUER DIZER ‘EM CIMA DO MURO’ E CONSTATA QUE AÉCIO CONTINUA 10 PONTOS ACIMA DE DILMA

Saiu na coluna de Augusto Nunes – DIRETO AO PONTO - veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes

Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores.O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido. No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.

A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?

Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um “empate técnico”, expressão que quer dizer “em cima do muro”. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).

Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.

A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? (“Nem que a vaca tussa”, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o figurino e o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagens especialmente exaustivo).

Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.

Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.

A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.

Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.

Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.

Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.


Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado.

domingo, 12 de outubro de 2014

FALSA TENTATIVA DE DIVIDIR O PAÍS

Adicionar legenda
Artigo de : CARLOS CHAGAS – publicado na Tribuna da Imprensa on line
Antes mesmo do início da propaganda gratuita, quinta-feira, a presidente Dilma praticou a primeira baixaria de sua campanha. Foi na quarta-feira, no Piauí, onde pedia votos. A companheira-candidata abriu um confronto perigoso, desnecessário e profundamente injusto ao sustentar que os tucanos menosprezam o Nordeste. Acusou os adversários de dizer “que os votos da região são de pessoas de menos compreensão e que não sabem votar”. Criticou “a visão elitista dos que diminuem a opinião dos nordestinos”.
 Estaria Dilma, para se reeleger, disposta a estimular a secessão no país? A dividir-nos geograficamente, atribuindo-se o papel de defensora dos pobres e oprimidos do Nordeste pelo fato de o Sul e o Sudeste concentrarem mais riqueza?
 Seria bom que a presidente interrompesse essa estratégia, capaz de acirrar os ânimos. Deveria, durante seus quatro anos de governo, ter atendido com mais ênfase as carências do Nordeste (e do Norte), acima e além da distribuição do bolsa-família, que efetivamente beneficia mais os desprotegidos da região do que no restante do Brasil. Por uma questão evidente, dado o abandono com que governos anteriores, desde o Descobrimento, atuaram em favor do Sul e do Sudeste.
 Dilma atribuiu essa falsa noção de integridade nacional “àqueles que nunca estiveram, no Nordeste e desconhecem a qualidade de seu povo”. Precisava ter meditado antes de embarcar na falsa tentativa de dividir o país. E lembrado que o Lula é nordestino, nascido em Pernambuco, projetado em São Paulo. Concordaria o ex-presidente com tamanho despautério?
 Resta saber se Aécio Neves cairá na armadilha. Sua votação no Nordeste foi pífia, por isso ele prepara viagens à região. Mas se chegar lá defendendo-se, estará dando razão à adversária.

TEMORES


Cresce no PT e adjacências o temor de que venham a vazar antes do dia 26 os depoimentos de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef feitos nos últimos dias à Polícia Federal e ao Ministério Público. Pelo que se sabe, eles tem revelado muita sujeira praticada junto à Petrobras, inclusive com nomes de políticos, parlamentares, governadores, ministros e penduricalhos. Uma lista inicial foi conhecida há semanas, mas o grosso da tropa ainda permanece em cone de sombra. Muitos foram reeleitos no último domingo, pelo que se sabe integrantes do PT, do PMDB e do PP. Não dá mais para cassar-lhes o registro. Só os mandatos…

sábado, 11 de outubro de 2014

Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai dividem prêmio Nobel da Paz

Edição do dia 10/10/2014

Noticia publicada  na Globo.com.G1

NOSSA HOMENAGEM AO DIA DAS CRIANÇAS
 Publicado na Glogo.com.g1

10/10/2014 21h21 - Atualizado em 10/10/2014 21h21
Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai dividem prêmio Nobel da Paz
O ativista indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa, de 17 anos, Malala Yousafzai vão dividir o prêmio Nobel da Paz.
Uma criança lutando por todas as crianças. Malala Yousafzai batalha desde pequena pelo direito de as meninas de irem à escola no Paquistão.
A campanha provocou a ira do grupo talibã que, em 2012, baleou a adolescente na cabeça. A recuperação foi na Inglaterra, para onde se mudou com a família.
No ano passado, na tribuna das Nações Unidas, ela declarou: uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.
Malala contou que estava na escola nesta sexta-feira (10) quando foi surpreendida com a notícia do Nobel. E disse que o prêmio não é o fim da luta, mas apenas o começo.
O outro premiado, Kailash Satyarthi, foi comparado ao líder indiano Mahatma Gandhi. Satyarthi, de 60 anos, passou mais da metade da vida combatendo o trabalho infantil. Ele dedicou o Nobel a todas as pessoas que se sacrificam pelos direitos das crianças.
A divisão do prêmio entre uma paquistanesa e um indiano é bastante simbólica. Índia e Paquistão já foram um país só, mas seguem brigando por território desde que se separaram, 67 anos atrás.
Qualquer conflito na região gera preocupação mundial. Nesta sexta-feira (10), o premiado indiano disse que está ansioso por dar as mãos à jovem paquistanesa. E Malala aproveitou para convidar os líderes dos dois países a se juntarem a eles na cerimônia de premiação, em dezembro.

LAVA JATO VAI SE TRANSFORMAR EM PIZZA SUPREMA?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O maldito forninho da injustiça brasileira já fabrica uma de suas mais nojentas pizzas com sabor de impunidade. Dificilmente, os processos da Lava Jato vão atingir, em cheio, tantas “autoridades” com o absurdo direito a foro privilegiado para questões criminais. Nos bastidores do judiciário e da politicagem, já se prevê que a “colaboração premiada” de Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e demais companheiros de lavagem de grana vai se restringir ao escândalo que agora inferniza a campanha reeleitoral do segundo turno presidencial. Será?! 
A aposta na impunidade é baseada na atual composição política, pró-governo petista, do Supremo Tribunal Federal. Os semideuses do STF é quem cuidarão dos eventuais denunciados por Costa e Youssef. Não existe previsão de quando isto vai acontecer. Certo é que não será durante o processo eleitoral. E, dificilmente, deve ocorrer este ano. A tendência é que demore bastante. Assim desejam os caríssimos advogados já mobilizados pelos ilustres envolvidos – alguns até reeleitos recentemente. Quanto mais demorar, mais benefício direto para os políticos ladrões do dinheiro público. 
 Inteligentíssimo foi o juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. Conhecido nos meios judiciais como “Homem de Gelo”, pela frieza técnica com que cuida de seus julgamentos e audiências, Moro tomou o cuidado de administrar a “delação” de Paulo Roberto, Alberto Yousseff e demais asseclas, restringindo as acusações diretas a pessoas jurídicas e físicas absolutamente sem cobertura de foro privilegiado. Assim, tudo que foi dito, com as devidas provas reunidas, garantirá condenações em primeira instância. A elas, evidentemente, caberão infinitos recursos previstos na louca legislação processual brasileira. Mas as manobras protelatórias ficam prejudicadas pelo bem estruturado “Acordo de Colaboração Premiada” firmado de “livre e espontânea vontade”. 
A “Colaboração Premiada” é um instrumento jurídico tão sério que foi homologado pelo STF. Não pode ser avacalhado pela nossa corrupta e desmoralizada classe política. O acordo se baseia no artigo 129 da Constituição Federal, bem como nos artigos 13 a 15 da Lei 9807/99 e no artigo 1º, parágrafo 5º, da Lei 9613/98.  Apoia-se nos artigos 4º a 8º da Lei 12850/2013. Também tem respaldo internacional, no artigo 26 na Convenção de Palermo e no artigo 37 da Convenção de Mérida. Um dos principais objetivos é a “recuperação das vantagens econômicas ilícitas oriundas dos cofres públicos, distribuídas entre diversos agentes públicos e particulares ainda não identificados, bem como na investigação da corrupção de agentes públicos de diferentes setores e níveis praticados mediante oferecimento de vantagens por grandes empresas”.
 Graças à agitada conjuntura eleitoreira, fazem o maior sucesso nas agitadas redes sociais e nos frenéticos e-mails os vídeos com as confissões bombásticas do Paulinho (como Luiz Inácio da Silva se referia ao “companheiro” Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras) e seu comparsa, o doleiro Alberto Youssef. Os depoimentos infernizam a petralhada e sua candidata Dilma Rousseff que classifica a liberação de tais áudios como “um golpe em meio ao processo eleitoral”. O pior é que a Dilma, PT da vida, parece estar certíssima. Tanto que, psicologicamente, acusou o “golpe”.
Melhor ainda é o depoimento do “colaborador” Alberto Youssef, que começa dizendo não ser o “chefe do esquema ou mentor da organização criminosa”. Alegando ser apenas “uma engrenagem”, o doleiro revela que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (atualmente sem foro privilegiado) cedeu aos políticos de partidos acusados de participar das fraudes na Petrobras e empossou Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da empresa. Garantiu que os pagamentos a Costa eram feitos em dinheiro vivo. Youssef denunciou que "agentes políticos" ameaçaram trancar a pauta do Congresso.
Repito por 13 vezes 13: depois da divulgação do conteúdo de apenas parte das denúncias de Paulo Roberto Costa, Dilma Rousseff deveria renunciar ao cargo de Presidenta e à candidatura reeleitoral ao Palácio do Planalto, se o Brasil fosse um País normal, sério e com segurança jurídica. Todo mundo concorda que o Brasil precisa mudar, mas os poderosos de plantão só querem que ele mude para ficar a mesma coisa... Dificilmente tal sina será alterada – a não ser por um milagre (coisa nada fácil de acontecer).



domingo, 7 de setembro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - EM QUEM VOTAR


05/09/2014 - Texto do escritor e palestrante motivacional LUCIANO PIRES ELEIÇÕES 2014
Fonte: Página no Facebook de Luciano Pires - faz um reflexão sobre a campanha presidencial e porquê vai votar em Aécio Neves.
Em quem vou votar pra presidente? É hora de me posicionar com clareza, esperando que nenhuma surpresa ocorra até as eleições. Não tenho aqui a intenção de convencer ninguém, a função deste texto é exclusivamente me posicionar para que quem me lê saiba qual lado defendo.
Tenho acompanhado atentamente cada movimento dos candidatos e esperei até assistir ao menos dois debates para ver se algo diferente surgia. Enquanto o PT não acertar um míssil em Marina, o que temos para agora é isso aí mesmo: Aécio, Dilma e Marina são os três com chances de competir. Então não custa definir. Vamos lá.
1. Vou começar pelo mais fácil: meu imperativo categórico é tirar o PT do poder, o que significa que a decisão já tomada é que, num eventual segundo turno Dilma e mais um, meu voto será do mais um, não importa quem seja.
- Luciano, mas que obsessão é essa contra o PT?
Bem, tomei contato com o DNA do PT em 1979, antes do partido nascer. Naquela época eu estava no movimento estudantil em São Paulo, participando de passeatas pela volta do irmão do Henfil, pela anistia ampla, geral e irrestrita. Participei de algumas “plenárias” com presença de representantes de sindicatos, inclusive dos metalúrgicos. Minha antipatia nasceu quando percebi que a tal “política sindical” resumia-se a uma frase:
- Ah, não concorda com nossos argumentos? Não tem problema, vamos quebrar seu braço.
Ali percebi a truculência, o vale tudo, o “tudo bem se me convém” do DNA sindical do PT e que se revelou na plenitude (embora exista quem não consiga enxergar) assim que o partido assumiu o poder. Para encurtar, empresto umas palavras de uma eminente representante da inteligência petista para explicitar minha posição com relação ao PT:
Porque sou contra o PT? Não é só por razões teóricas e políticas. É porque eu odeio o PT. O PT é o atraso de vida, o PT é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, terrorista. O PT é uma abominação política, porque ele é fascista. Ele é uma abominação ética porque ele é violento. E ele é uma abominação cognitiva porque é ignorante. Fim.
Faltaram uns atributos como mentiroso, dissimulado, etc, mas o desabafo da dona Marilena tá de bom tamanho.
Portanto, para o bem do Brasil, fora PT!
2. Quando Eduardo Campos estava no jogo, em alguns momentos cheguei a pensar num voto simbólico no primeiro turno para dar peso ao candidato que eu sabia que não iria para o segundo turno. Os outros? Luciana Genro escapou do Jurassic Park, o Eduardo do PV parece o Suplicy com um parafuso a mais. Solto. O Levi.. bem, quero saber que tinta ele usa no bigode. E cheguei a ficar curioso com o pastor até ele dizer “seje” e “estrupa”.
E aí caiu o avião.
3. Vamos então ver Aécio. Infelizmente o PSDB, com sua social democracia esculhambada, é um partido de esquerda (já expliquei isso anteriormente), curiosamente com uma profunda dificuldade de falar ao povo, repleto de inimigos internos que se fingem de amigos, preocupado em parecer certinho, bonitinho, bonzinho, e certamente com rabo preso em maracutaias como todos os outros partidos. Não tem santos. Só essa pode ser a explicação para sua frouxidão ao não botar a boca no trombone cumprindo o papel de oposição que deveria ter aprendido com o PT. É um ajuntamento político e, analisando seu comportamento eleitoral, posso recitar sem medo uma frase que adoro: “Ninguém é tão burro quanto a soma de todos nós.”
Os tucanos são péssimos em comunicação, o que seria resolvido se contratassem o marqueteiro do PT para aprender a explicar para o povo o que fizeram e o que ainda precisa ser feito.
O que me mantém na direção do PSDB com Aécio (como seria se fosse Serra, Alckmin ou qualquer outro medalhão do partido) é que, diferente do PT, eles têm gente inteligente e competente do ponto de vista da gestão, inclusive alguns dos responsáveis pelo Plano Real, gente que sabe diagnosticar os problemas e que conhece as soluções. Não têm a mente emburrecida por ideologias jurássicas e não tratam corruptos como heróis. O PSDB não faz parte do Foro de São Paulo e, quando tenta me tratar como idiota, parece idiota. E o Aécio, quando mente, ao menos fica vermelho…
Minha preocupação: se Aécio ganhar o PT incendeia o Brasil no dia seguinte. Teremos pelo menos 4 anos de conflitos sociais sérios (se não acabar antes… o PT já esteve na linha de frente que “impichou” um) . E o bicho vai pegar na tentativa de criar uma situação caótica que só será superada com a chegada do Redentor em 2018. A perspectiva é apavorante, custará caro, mas – aproveitando a estréia de Hércules nos cinemas – quanto mais demorar para enfrentar a Hidra, mais forte ela fica.
Pensando progressivamente com uma “política de redução de danos”, concluo que o PSDB, trará menos mal ao Brasil que a permanência do PT.
Mas… e Marina?
4. Bem, Marina tem um vício de origem: também vem de política sindical. É membro fundadora do PT, participou durante anos do governo que agora ataca, está usando um partido para se eleger e o cuspirá fora na primeira oportunidade, tem afinidades superficiais com seus companheiros de campanha, tem uma conversa difícil de entender e repleta de chavões progressistas de quem acha que sabe o sentido da vida. (hoje no debate ela usou até o “ponto futuro” do saudoso Cláudio Coutinho. Não sabe o que é? Google). Não gosto dessa coisa messiânica ungida pelos deuses, da postura carola, do papo de povos da floresta. É autoritária, o que até poderia ser um atributo bom se o tal progressismo não fosse sua bíblia. É, em suma, uma representante da velha política com xale novo, só isso. E tem uma estrelinha vermelha no coração. Temo que ela corra para o abraço à primeira lágrima de crocodilo do Redentor.
Apesar do palavrório ininteligível, talvez por causa da postura messiânica, da origem humilde que a equipara a Lula e da figura frágil de santa penitente, tem grande empatia popular e fala coisas que o povo quer ouvir. Mas como quer ouvir, se não entende? Bem, sabe quando você vai à igreja ou templo e o padre ou pastor lê aquelas longas passagens bíblicas, absolutamente ininteligíveis, e o povo permanece contrito e respeitoso? Pois é. Muita gente não precisa compreender pra imaginar que tem algo de santo sendo dito lá. Assim é Marina.
Ela tem na equipe os Capilés da vida, gente perigosíssima, mas tem gente muito boa também, alguns até admiráveis, o que aumenta minha desconfiança de que é questão de tempo para que pulem fora do barco quando perceberem que seu pragmatismo será triturado pelo pragmatismo da Rede. Já vimos isso acontecer com o PT.
Enfim, Marina não convence. Meu voto só será dela por conta de meu imperativo categórico: tirar o PT do poder.
RESUMINDO:
Voto em Aécio no primeiro turno.
Dando Aécio e Dilma no segundo, voto Aécio.
Dando Aécio e Marina no segundo, voto Aécio.
Dando Dilma e Marina no segundo, voto Marina.
E que Deus tenha pena do Brasil.


LUCIANO PIRES
(*) Luciano Pires – Formou-se em comunicação. É  jornalista, tornou-se colunista de vários sites, revistas e jornais. Cartunista e palestrante. Apresenta o programa/podcast Café Brasil4 na Rádio Mundial FM em São Paulo. Faz  comentários diários no Transnotícias, programa da rádio Transamérica.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A MORTE DE EDUARDO CAMPOS, A TRAGÉDIA PESSOAL, PASSIONAL E EMOCIONAL, E A INFLUÊNCIA NO PROCESSO PRESIDENCIAL

Artigo  de HELIO FERNANDES –Transcrição da Ttribunadaimprensaonline.- -14.8.14   
A primeira reação geral, foi de assombro e perplexidade. Os que fazem pesquisas e projeções, nunca levam em consideração o destino, o mais imprevisível, incompreensível e inacreditável fator que é o destino. Nesse item, sempre de forma inesperada aparece a morte, seja de quem for. E quando o morto é candidato a presidente da República, esse fator inesperado tem repercussão varias vezes aumentada.
Eduardo Campos que baseava toda sua campanha em “mudanças”, é lógico que nem de longe imaginava que a maior e mais expressiva das mudanças viria dele mesmo com o sacrifício da própria vida. Temos que lamentar, continuar estarrecido com os fatos que a vida ou perda dela, podem acarretar. Vejamos agora com interpretação dos fatos novos, o que acontecerá.
QUEM ENTRARÁ NO LUGAR DE CAMPOS?
Essa é a primeira pergunta a ser respondido, o fato que surgirá, o nome que passará a preencher o lugar que era ocupado partidariamente por Eduardo. O desaparecimento de Eduardo Cunha, estarreceu a opinião pública, mas terá influencia sobre Dilma, Aécio . Marina. No momento em que escrevo, nada consolidado, apenas hipóteses que dependerão dos fatos.
MARINA, CANDIDATA NATURAL, MAS NÃO PARA O PSB
A aliança Campos-Marina nunca foi unanimidade. A partir de 4 de outubro de 2013, quando se encontraram, se acertaram (?), surpreenderam todo mundo político e partidário. Ninguém imaginava essa aliança, mas não tendo conseguido registrar seu o partido, (a Rede Sustentabilidade) não tinha opções.
Agora, poucos momentos depois do desaparecimento de Campos surgem à disputa e a controvérsia pela substituição. Marina não é a candidata mais satisfatória para o PSB. Mas haja o que houver é a candidata natural. Era e é a vice, estava e está na campanha. E o próprio Campos não perdia oportunidade de defender a aliança com Marina. Sempre dizia e repetia: “É um acordo de projetos e compromissos, que cumpriremos juntos”.
A INCÓGNITA E A REVIRAVOLTA, DE 30 MILHÕES QUE NÃO TINHAM CANDIDATO
Existe um numero colossal de “não eleitores”, obrigados a votar, mesmo não endo candidato, respondiam abertamente nas pesquisas: “Não irei votar, votarei em branco”. Ou garantiam, “não estou interessado na eleição, não quero e não vou responder”.
Oficialmente, informações do Tribunal Eleitoral no Brasil existem hoje 137 milhões de cidadãos em condições de votar, expressar sua convicção, preferência ou esperança num futuro presidente. Proporcionalmente á população, é o maior eleitorado do mundo.

Elas também oficialmente desses 137 milhões, examinados comparativamente com outras  eleições e cotejados os números, no mínimo, no mínimo, 25 por cento não estão interessados. E sem qualquer duvida figuram na lista que tem varias denominações. Não interessados, sem candidatos, “não vou perder tempo, nenhum candidato me motiva, não sei e não quero saber de eleição”.
No mínimo, no mínimo, totalizam 30 milhões de cidadãos, quase um presidente eleito, seguramente um integrante do segundo turno. Em 2010, quase no final, 19 milhões de eleitores, tendo que votar, e nenhum entusiasmo ou preferência por Dilma ou Serra, “escolheram” Dona Marina. Era apenas dispersão ou desperdício.
Menos para Dona Marina, ex-senadora e ex-ministra, que não tendo realizado coisa alguma nesses 12 anos, acreditou que esses votos eram mesmo dela. Não imaginou nem de longe que fosse voto de protesto, uma espécie de “cacareco”, personificado num personagem tradicional, que agora pede, luta, briga por mudança.
Tendo incorporado esses 19 milhões de desesperançados á sua propriedade eleitoral, Dona Marina, agora, mergulha na nova realidade.
Como votaram esses 30 milhões que não tinham candidatos?
Hoje, sem dúvida iriam votar emocionados, quase entusiasmados, em Aécio ou Dona Marina, ela será obrigatoriamente indicada pelo PSB. Mas faltam 50 dias para a eleição, a tristeza pela morte de Campos irá permanecer por muito tempo. A emoção para guiar e aproveitar o voto e consolidar a saudade dele estará presente em outubro?
PODE NÃO DERROTA-LA, MAS DILMA FOI ATINGIDA
Esses 30 milhões de cidadãos que não votariam por falta de entusiasmo, podem percorrer vários trajetos, mas é inequívoco agora e depois, nenhum caminho leva a Dilma. Como ela se baseia no próprio governo, um fracasso completo e irreversível, pode até vencer, mas inegavelmente em clima de 7 a 1, naturalmente contra.
A ELEIÇÃO SEM ELEITOR, AGORA ATÉ SEM CANDIDATO
Estranhíssimo para o repórter que cobriu e participou de tantas campanhas, terminar explicando que o quadro eleitoralmente mudou completamente. Nunca falei com Eduardo Campos, vivíamos longe, ele tinha exatamente a metade da minha idade.

Lamento a morte, a perda, o desespero do desaparecimento. Mas lamento o fato da eleição ficar ainda mais vazia. Na mente e no coração, da família, da população e do eleitor. Numa das raras vezes, como repórter, não sei o que dizer, o que esperar, o que interpretar. Em mim profissional e emocional, nada a dizer. Ou então repetindo Aristóteles, quando seus alunos lhe perguntaram se ele sabia todas as coisas: “Meus filhos, só sei que nada sei”.

domingo, 27 de julho de 2014

A METAMORFOSE (?) DO EXÉRCITO BRASILEIRO

 ( * )- General Valmir Fonseca Azevedo Pereira  - Ternuma - vfazevedop@gmail.com

Ultimamente, corre nos bastidores que o Exército de hoje metamorfoseou- se, adotando novos parâmetros ou abandonando seus antigos e ultrapassados padrões.
Afirmam os maldosos boateiros que o silêncio das atuais autoridades militares é a confirmação do fato.
Divulgam, ainda, que o intenso uso das Forças Armadas em Operações Tipo - Polícia e nada mais do que isto, além da construção de obras de engenharia, como estradas, ferrovias e aeroportos, serão a sua principal e única serventia para o governo comunista.
Ressaltam também, que o ensino nas casernas está sendo devidamente orientado para a nova missão das instituições militares, que inoculada nos novos militares deverá criar uma mentalidade favorável aos atuais governantes e às suas ideologias.
Antigos procedimentos como o impedir o ingresso de homossexuais será sepultado, segundo a nova visão, e a desculpa da necessidade da construção de banheiros para os homens, e atualmente para as mulheres que de há muito estão incorporadas, e pela construção dos banheiros só para os homossexuais, o que impediria que as pobres bichas ficassem de olho nas partes genitais de seus companheiros do sexo masculino.
A metamorfose teve início há décadas, mas tornou - se explícita quando o desgoverno proibiu que a Instituição comemorasse datas históricas, como a Intentona Comunista de 1935 e a Contrarrevolução de 31 de Março de 1964.
Além disso, para atemorizar, desencadeou, sem que houvesse qualquer reação, a Comissão da Verdade.  Era o aproveitamento do êxito obtido pela lei de indenização dos heróis subversivos.
Dizem os entendidos que quando as instituições militares fecharam as suas portas aos apelos dos antigos agentes da repressão, na maioria elogiados e laureados com medalhas pelos seus serviços durante o combate aos terroristas e subversivos, praticamente estava sacramentada a transmutação.
Outros fatos funestos, como a inauguração da desmoralizante placa na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), como a comprovação de que aquela vetusta escola militar era antro de torturas e outras ignomínias.
Embora, a transformação tenha ocorrido ao longo de décadas, muitos juram que hoje ela é um fato inquestionável, haja vista as declarações da nova Presidente do Superior Tribunal Militar (STM), favorável à inclusão de homossexuais e de outras medidas sempre deploradas pelos antigos militares, mas que de acordo com as autoridades, entre elas o ministro da defesa, como afirmou em recente entrevista, hoje temos um novo Exército, e, portanto de mentalidade diferente, e até oposta aos seus antigos e rançosos parâmetros.

Durante o nosso périplo na caserna tivemos a oportunidade de debruçar - nos sobre as qualidades que deveriam sublinhar o caráter dos militares, estudamos e pesquisamos os Valores Militares, definidos no Vade – Mécum de Cerimonial Militar do Exército – Valores, Deveres e Ética Militares - VM 10, e que foram definidos pela Instituição como básicos para a formação das virtudes de seus integrantes.
Entendemos que para promover a transformação na mente dos novos membros seria preciso que aqueles parâmetros, responsáveis pela identidade da Instituição, fossem deturpados ou extirpados.
Em nossa inabalável opinião, os valores que edificaram a nossa Instituição possuem uma grandeza que foi capaz de forjar seus alicerces de forma permanente, pois foram consolidados nos séculos de sua formação, com heróis e ícones de honorabilidade imbatível e, portanto, não seria por ação solerte de uma canalha sem escrúpulos e de fugaz duração, que estaria abalada uma Instituição construída sobre valores que são inexoráveis.
Certamente, apesar do silêncio regulamentar imposto aos militares da Ativa, os militares da Reserva possuem a convicção de que os que labutam na Ativa possuem como eles o mesmo inabalável AMOR À PROFISSÃO, o arraigado PATRIOTISMO, o orgulhoso CIVISMO, o inquebrantável ESPÍRITO DE CORPO, o permanente APRIMORAMENTO TÉCNICO – PROFISSIONAL e a inquebrantável FÉ NA MISSÃO DO EXÉRCITO, para os leigos, os imutáveis Valores Militares.
Brasília, DF, 25 de julho de 2014


( * )- Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

sábado, 26 de julho de 2014

O ENCANTAMENTO DO PODER

(*) General Torres de Melo

            O GRUPO GUARARAPES afirmou há algum tempo que  o PODER é o sonho do homem. Mandar, ser dono da VERDADE  fazem com que os povos tenham ditadores que são capazes das maiores barbaridades. Deixar o PODER só, com a morte -   assassinato ou  suicídio. Stalin morreu de morte natural; Cesar foi assassinato e Hitler chegou ao suicídio. Esta introdução é bem apropriada para despertar a curiosidade do que vem abaixo.
            O ENCANTAMENTO DO PODER faz com que os que lá estão não desejem sair. Os ditadores provam esta assertiva. Getúlio Vargas é um dos exemplos interessantes. Praticamente  ditador de 1930 até 1945. O Poder com o tempo cansa e o povo sente a necessidade de mudar. Getúlio, político mestre, sentiu que a partir de 1940 sua estrela ia diminuindo de brilho. Vai à direita, vem ao centro e manobra para continuar no PODER. Seu amigo, de longas jornadas, Gen. Goes Monteiro,  procura-o, em 1945. Getúlio  pergunta-lhe: o que você veio fazer aqui? Vim acabar com o ESTADO NOVO. Getúlio entendeu, mas continuou firme. Amigos lançaram o continuísmo e ele foi posto para fora. O povo queria mudar. Eram outros tempos. O ENCANTAMENTO DO PODER fê-lo voltar e saiu com o suicídio.
            Napoleão Bonaparte é outro exemplo. Do fim do século XVIII, até 1815, ensanguentou  a Europa, derrotou reis, impérios, mudou o mundo e após a derrota de 1812, frente à Rússia e a revolta alemã é destituído do PODER e abriga-se na Ilha de ELBA. VOLTA em 1815, como querendo ser salvador da FRANÇA. Derrotado em WATERLOO, corre para PARIS e tudo faz para permanecer no PODER. È uma histórica dramática - os dias em  que, por lá, passa é afastado do PODER e vai morrer, na Ilha de SANTA HELENA.
            O BRASIL, NO MOMENTO ATUAL (ELEIÇÃO DE 2014), UM QUADRO bem parecido com Getúlio  e Napoleão. Doze anos de PODER. O povo cansou. Sente que há necessidade de um  novo ar. Mentem para ficar encastelados, no PODER. É O ENCANTAMENTO do PODER. A descida do barco começa. O sol diminui de intensidade, mas é preciso continuar mandando. Roubos, decretos e o emprego de “O FIM JUSTIFICA OS MEIOS” é utilizado, a pleno vapor. Perder o PODER, NUNCA. Só que o povo quer outras caras e até novas mentiras.
           É A LEI DA HISTÓRIA. VÃO PERDER A ELEIÇÃO. O POVO NÃO VAI VOTAR EM 13.

(*)  GRUPO GUARARAPES - www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

domingo, 20 de julho de 2014

LULA, DILMA E OS PETRALHAS SÃO DE MARTE OU DE MORTE?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A Presidenta Dilma Rousseff, seu Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva, os militantes fanáticos do partido-seita e os petralhas que promovem o milagre da evolução patrimonial milionária parecem viver em um outro mundo, perfeito, rico e otimista, bem diferente do Brasil atual. O desespero psicológico com o risco concreto de perder a reeleição deve ser a causa do esquizofrenia deles.

Petistas e petralhas não merecem ser chamados de lunáticos, porque não moram na lua. Mas parecem marcianos, porque agora evocam o deus da guerra para vomitar inverdades políticas e econômicas. Lula, definitivamente, resolveu evocar a ofensiva, apesar do discurso psicologicamente defensivo: “A gente aprendeu que levava um tapa numa face e virava a outra. E nós não podemos mais virar a outra. Nós precisamos agora é começar a reagir e fazer as coisas que a gente tem que fazer”.

Ontem, durante comício na Praça da Sé, em São Paulo, Lula voltou a surtar. Pediu à plateia (militantes profissionais e fanáticos para lá levados de ônibus) para se lembrar de como era o Brasil em dezembro de 2002. Lula tem uma obsessão mórbida por lembrar do governo do velho amigo FHC. Por isso, solicitou aos seguidores que reproduzam sua pregação. Na visão do líder, a economia melhorou nos três mandatos do PT. Segundo Lula, tudo aumentou: salário mínimo, contas em banco, agências bancárias, crédito fácil aos consumidores, mais pessoas estudando nas universidades e muito mais emprego. Graças ao PT, viramos a Alice no País das Maravilhas...

Em Porto Alegre, a criatura Dilma repetiu seu criador. Aproveitou a posse na nova diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul para meter o pau nos indicadores da política econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002. Na visão da economista Dilma, os indicadores atuais apresentam “muito mais robustez do que há 12 anos”. A presidente salientou que em 15 anos de regime de metas de inflação, adotado em 1999, o resultado “estourou” o teto apenas nos anos FHC...

No legítimo discurso dos perdedores, que reclama do passado porque não consegue mostrar que o futuro pode ser melhor, porque o presente está uma merda, Dilma faz a velha manipulação de dados empregada pelos camaradas soviéticos. Dilma alega que a dívida líquida do setor público chegou a 34% nos seus três anos e meio de mandato, contra 60,4% em 2002. Tem a cara de pau de comparar o Brasil com a Alemanha e a Coreia do Sul, para dizer que fizemos superávit primário em 2013 (só esqueceu de mencionar a manobra de contabilidade criativa para produzir tal milagre).

A economista Dilma só pode mesmo estar com alguns parafusos a menos. Só louco consegue celebrar uma inflação altíssima de 6,08%, com tendência de subida e descontrole. Dilma ainda fez pior. Alegou que a inflação média de seu governo, com este número assustador, foi a metade da inflação do FHC, que chegou a 12,4%. Mais lamentável ainda é quando Dilma tenta um malabarismo marketeiro para tentar justificar seu pibinho de anão:

“O Brasil tem sido afetado por cenários de grande incerteza, que tem causado taxas menores de crescimento que em períodos anteriores. Mas mesmo assim, todas positivas. A pior opção para crise ou a maior dificuldade em qualquer ramo de atividade é o pessimismo, criado por dois motivos interligados e extremamente perigosos. O primeiro deles é a influência das expectativas negativas num mundo globalizado, que bloqueiam soluções. A segunda é a tentação de forçar as profecias mais negativas possíveis em regime pré-eleitoral”.

O marketeiro que escreveu tal discurso para ela se superou... E Dilma seguiu na velha toada de jogar a culpa nos outros para justificar as cagadas feitas por ela: “Nossos adversários previram a tempestade perfeita, prevista para atacar nesse início de ano e que geraria uma crise cambial de proporções avassaladoras. Também previram uma crise energética, mas não tivemos racionamento de energia nem antes, durante ou depois da Copa. Houve uma fantástica ocorrência de avaliações absurdas negativas. E tivemos lideranças que queriam, em abril, devolver a Fifa. Ou seja, criaram problemas significativos para as expectativas econômicas”.

Dilma sabe, em seu inconsciente, que será derrotada porque a gestão petista avacalhou com a estabilidade econômica. A avaliação negativa dela nas pesquisas é impactada pela sensação de que algo vai mal na economia, e pode piorar brevemente. As contas do mês das pessoas que trabalham fecham no vermelho. A carestia é geral. A inflação não é pior por conta da maquiagem das tarifas públicas – que o governo segura agora, para soltar depois da eleição.


Dilma sabe que o endividamento das famílias é grande e tende a aumentar. Juros altos e 56 impostos sobre a atividade produtiva, junto com a dificuldade de crédito, aumentam os riscos e inviabilizam investimentos. Quem tem dinheiro não põe no fogo das incertezas. E quem não tem sequer sabe de onde tirar para sobreviver. Só o governo consegue gastar cada vez mais, endividando-se, sabe-se lá até quando...

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A REVOLUÇÃO IMPORTADA: RISCO PARA SEGURANÇA NACIONAL

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Ribas Paiva (*)

O Governo Petista, por falta de “mão de obra”, está importando sua revolução de Cuba e do Haiti. Os combatentes importados, além de formarem a “guarda pretoriana” ideológica do regime petista, como ocorreu na Venezuela, vão disseminar o “spartaquismo” no Brasil e, no caso dos Haitianos, parte do contingente vai povoar os Quilombos artificiais, fomentados pelo Conselho Mundial das Igrejas, organismo internacional, fundado no início do século XX, com o objetivo de fortalecer o colonialismo e promover o Governo Mundial.
Atualmente, o colonialismo é mantido difusamente, com a política de “governo indireto”, através de títeres mas, o objetivo de implantação do Governo Mundial é claro.
Recentemente, a Polícia Civil do Estado de São Paulo, desbaratou, no centro da Capital, uma célula terrorista revolucionária de Cubanos e Haitianos, todos com documentação falsa. Os revolucionários foram presos e os seus fuzis apreendidos.
Estranho, que a mídia não tenha noticiado. A quem interessa o silêncio? Estariam, a suposta oposição e o Governo temerosos das conseqüências da notícia? Isso já ocorreu antes nos casos dos assassinatos políticos dos Prefeitos petistas de Campinas e Santo André.
Tudo leva a crer, que a chamada esquerda revolucionária, prevendo fragorosa derrota nas eleições, esteja importando combatentes de Cuba, do Haiti e da África, para conflagrar o Brasil e lograr o tão sonhado golpe de estado comunista. Neste terceiro milênio, tudo isso parece arcaico e despropositado, mormente, após a debacle econômica e política da antiga URSS, mas é a terrível realidade.
Diante desses fatos gravíssimos, estão com a palavra, e o dever de agir, as instituições responsáveis pela defesa da Soberania Nacional e da Nação Brasileira.                

(*) -Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente da Associação de Usuários de Serviços Públicos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

“MARIN E DEL NERO, DA CBF, TINHAM QUE ESTAR PRESOS”, DIZ ROMÁRIO


Postado em  9, de julho 2014  na Tribuna da Internet   
Deu na Agência Estado

Herói do tetra, Romário hoje é deputado federal pelo Rio e um dos principais críticos da gestão de José Maria Marin à frente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nesta quarta-feira, um dia depois de o Brasil levar 7 a 1 da Alemanha, no Mineirão, na semifinal da Copa, o ex-jogador foi às redes sociais para, mais uma vez, cobrar mudanças no comando do futebol brasileiro.
“Marin e Del Nero tinham que estar era na cadeia! Bando de vagabundos!”, escreveu o perfil oficial Deputado Federal Romário, pertencente ao ex-jogador. “Nosso futebol vem se deteriorando há anos, sendo sugado por cartolas que não têm talento para fazer sequer uma embaixadinha. Ficam dos seus camarotes de luxo nos estádios brindando os milhões que entram em suas contas. Um bando de ladrões, corruptos e quadrilheiros!”, postou.
No longo texto, Romário, desafeto de Felipão na época de atleta, só cita o treinador uma vez na postagem, quando pergunta se o leitor acredita que o problema é só dos jogadores ou do treinador. “Nem de longe”, responde Romário, para começar a criticar a direção da CBF.
INSTITUIÇÃO CORRUPTA
O deputado reclama que está “há quatro anos pregando no deserto sobre os problemas da CBF, uma instituição corrupta gerindo um patrimônio de altíssimo valor de mercado, usando nosso hino, nossa bandeira, nossas cores e, o mais importante, nosso material humano, nossos jogadores”.
Ele lembra, porém, que o problema não está somente na gestão da CBF. “(Os clubes) também são responsáveis por essa crise. Gestões fraudulentas, falta de investimento na base, na formação de atletas. Grandes clubes brasileiros estão falindo afogados em dívidas bilionárias com bancos e não pagamentos de impostos como INSS, FGTS e Receita Federal”, aponta.

Romário reforça o pedido de instauração da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da CBF, mas critica sete deputados que “fizeram os gols que desclassificaram nosso futebol e nos tirou a chance de moralizar nosso esporte”. O ex-jogador cita Rodrigo Maia (DEM -RJ), Guilherme Campos (PSD-SP), Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), José Rocha (PR-BA) , Vicente Cândido (PT-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Valdivino de Oliveira (PSDB-GO) como membros da “Bancada da CBF

VITORIOSA DERROTA



Transcrito do Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira (*)
Para quem pertence à “pátria de chuteiras”, a derrota contra a disciplinada e desenvolvida Alemanha foi vergonhosa e ultrajante.
Para quem pertence à Pátria Brasileira, ultrajada no âmbito internacional por desajustados representantes de um partido, roubada cinicamente pelas ratazanas do governo, dividida racial e socialmente pela gangue nefasta de mafiosos responsáveis pelo maior número de assalto ao dinheiro público e que ocupa há doze anos o centro da podridão republicana, esta foi uma vitoriosa derrota.
A derrota das concessões, da malandragem política, do superfaturamento na construção das “fantásticas e belíssimas arenas”, do servilismo à FIFA, do cinismo da presidente, da estúpida prolixidade do ‘ex’, da “Copa das Copas”, “do Brasil grande”, e de outras tantas e demagógicas expressões fossilizadas da imprensa falida que se abastece no seio das financeiras nacionais, em troca do silêncio traidor.
O Brasil Democrático saiu vitorioso ao perder para a Alemanha, destruída pela guerra, hoje, uma potência, um exemplo de desenvolvimento, educação e progresso.
Parece que Deus atingiu os brasileiros de chuteira pelo que mais tem apreço. Que os faça acordar dessa preguiça letárgica e os faça trabalhar pelo País, pondo para fora aqueles que desejam mantê-los na miserável ignorância, entravando-lhes qualquer possibilidade de progresso, a fim de se manterem no poder, indefinidamente.
Esta foi a grande vitória da Pátria Brasil nestes doze anos somente de perdas.
(*)-  Aileda de Mattos Oliveira, Doutora em Língua Portuguesa, é membro da Academia Brasileira de Defesa.